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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Vidas Reféns

Ilusórias perseguições,

Matam os sonhos distantes,

Na estepe profunda,

Profanam as hostes.

 

Cadências dinâmicas,

Mitos feitos rendição,

Lendas obscuras castradas,

Mentes ignorantes na volta da tentação.

 

O assobio alimenta a alma,

Faz esquecer o sobressalto,

Ambiguidade dúbia,

Naquele vespertino sonso assalto.

 

Resvalou na esquina,

A esperança entorpeceu,

Desvairados rodopios decadentes,

No céu repleto de estrelas carentes.

 

As vidas fugiram,

Reféns ficaram,

Naquela praça no horizonte fechado,

Nos idos caminhos invernais que, algures, se temperaram.

 

Corre para o abismo,

Salta ao pé coxinho,

Cochicha nos intervalos,

Desmazelos fugidios guardados no cantinho.

 

Acordem, pois,

As coisas belas da vida vão acontecer,

Não mais reféns seremos,

Na senda incerta de um novo amanhecer.

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