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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Salarium Minimum

Continuam, algures neste continente europeu por unir, insistentemente, a menosprezar o trabalho de produção portuguesa. As regras europeias funcionam q.b., mas, normalmente, só num sentido. Este sentido tem subjacentes interesses financeiros muito concretos e que são por demais sobejamente reconhecidos do pobre público que sofre de iliteracia financeiro-económico-bancária, porque, apesar, do cash investido inteligentíssimamente por “lobos de Wall Street” ou da City ou brokers asiáticos ou offshoreados tuguenses, cheios de boas intenções e inocentes ignorantes nesta temática, ser do pobre público, o retorno real efectivo é nulo ou negativo e, na grande maioria das vezes, caótico; na realidade, a bem ver, a Risk Management comporta isso mesmo, Risco, e ele é relativamente grande e predominantemente existente, mas invisível e pouco transparente aos olhos dos leigos believers. Assim, e apesar dos esforços constantes quer dos nossos Image Managers outside, quer de todas as dinâmicas (im)produtivas de Public Relations e Vistos Gold, o trabalho de produção portuguesa continua ingloriosamente com posicionamento defeituoso e contextualização duvidosa, daí que, obviamente, a sua remuneração seja bastante deficitária, controlada e comedida, até porque alguém precisa de mão-de-obra barata para que a hierarquização laboral europeia premeie o tal sentido único de progressão que se quer cristalizada no espaço único temporal circundado dentro de certas e determinadas fronteiras que existem, mas não são objectivamente observáveis. Pois, então, culpe-se a falta de produtividade, eficiência e eficácia da produção portuguesa. É certo que no meio deste mercado laboral complexamente simplista existe quem sobreviva e vingue, espante-se, no entanto, os Case Studies são remissivamente geridos por forma a que a mediatização da informação alcance nichos comprometidos em calibrar os factores de sucesso que determinam a integração num grupo restritivo de intervenientes aprovados. Depois, há a questão de que nem todos podem ter poder, porque o poder descontrolado é perigoso e ameaçador. Convém, por isso, criar restrições factuais para que tenhamos em países que se querem todos iguais, salários tão diferentes e diferenciados.

As questões que se colocam são: será a Europa, algum dia, verdadeiramente igual e igualitária em género e social, cultural, ambiental, económica e financeiramente? E teremos Salarium Minimum que se adeque europeísta e nacionalmente?

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