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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Os Quadros da Vida

Destemidos artistas improvisadamente inspirados naquele dom que pasma e transpõe o humanamente transcendente, retratam o seu mundo num cenário minimalista restrito que, os comuns mortais, apenas vislumbram difusamente num laivo de névoa mística e distante. Traçam a vida, traçam os tempos, pintam vaidades, esboçam sorrisos, retratam paisagens, pavoneiam as almas e descobrem os corpos. Aquela dança ousada na tela e o rabiscar de sonhos nos recantos esquadrinhados, por prazenteiros historiais sequiosos de cândidos revezes, apadrinhados pela iluminura extemporânea dos espaços combinados, reverte na beleza estética de uma apreciação singular e por demais personalizada, interpretada de modo excepcional por cada mente criadora desconstruidora que visualiza, padronizando de acordo com o seu referencial, o seu mundo interior, subconsciente. Assim, nascem e se criam os quadros da vida. Os quadros que captam cada momento, que cadenciam cada movimento, que determinam cada estado de alma, que fazem sonhar ou odiar, até o mais improvável asno ignorante. São parceiros discricionários que envolvem e fomentam os estigmas passados e aquecem as variantes difusas dos assincrónicos patamares instáveis do ser extrapolador. As pontas finas na tela da vida, as trinchas nos quadros do mundo. As cores voláteis e mutáveis no espectro imortal, as dinâmicas e os estilos individualizados, as ondulações lineares da criação e da escola temática da pintura contemporânea, ou não, deliciam e seduzem os sentidos. A origem da arte ancestral, pintada nas telas e reproduzida nos quadros, mantém a chama freudal acesa nos neurónios ainda meninos que despertam, agora, para a cultura, para o conhecimento e para a sabedoria da utopia da imortalidade da mente.

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