Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

OE 2019

Verdade seja dita que a procissão ainda vai no adro. Na realidade, ainda ninguém compreendeu muito bem o que há para discutir. A argumentação continuada, aposta na continuidade. O pleonasmo é propositado. Na realidade, acompanhando os debates, discussões, contraposições e majorações afins, conclui-se que as mudanças são significativamente discretas, no entanto, incisivas. E as mossas potenciais serão sentidas apenas em 2020. É um facto. O alívio temporário preconizado em 2019, será contrabalançado com uma maior carga no ano seguinte. Pelo menos, o desfasamento temporal, permite um reajuste das famílias, e até mesmo das empresas, às consequentes circunstâncias. O eleitoralismo apregoado, numa tentativa ofuscante de protagonismo da oposição, esquecida da governança protagonizada em anos anteriores, sucumbe quando a argumentação, de uns e outros, se traduz em frases redundantes e discursos inimaginativos. Todos temos noção de que as políticas apregoadas por todos os governos, independentemente da ideologia partidária, se regem por factores externos, como sejam os lobbies ou a Europa. Convenhamos que o factor intrínseco, ou seja, a população e as empresas nacionais, pme’s, micros e afins, de relevante, tem muito pouco, na execução concreta e realista orçamental. A eterna luta entre a direita, capital primeiro, e a esquerda, pessoas e o social mais enfatizados, mas de todo primorados, porque é inevitável a articulação que tem de ser feita entre empresas e famílias, ou seja, a procura de um equilíbrio aceitável entre custos, proveitos, receitas, depesas, pagamentos e recebimentos, descamba na articulação de ideias sempre idênticas que reflectem a filosofia partidária e o existencialismo convicto de cada ideologia, na sua forma mais puritana. Assim, conteúdo palpável existe, mas é mais do mesmo. Não obstante, há uma tentativa de reposição de direitos e regalias, que se foram perdendo ao longo dos últimos anos. Vamos esperar pela discussão e aprovação do Parlamento, na generalidade, mas, mais concretamente, na especialidade. E, depois, veremos. E sentiremos.

1 comentário

Comentar post

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub