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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Tempo em que os Filhos nos Adoravam mais que aos Telemóveis

É real e verdadeira, esta luta inglória contra o poder de um pequeno e temerosamente irritante rectângulozinho assassino de relações parentais (e outras), chamado telemóvel. A magia sedutora deste controverso mecanismo de adulteração de personalidades imaturas e em desenvolvimento (e não só) é cada vez mais efectiva e dramática, deixando os pais numa posição de inimizade constante para com os filhos, segundo os próprios filhos, o que se revela frustrante e levanta a questão pragmática de que a educação real, moral, com princípios e valores estruturados se está a debelar em contínuo e em crescendo contra o alucinante empower atribuído pelos teens a estes pequenos relationship alliens. Houve tempos, recorda a maioria, com nostalgia, em que nos procuravam para conselhos, respostas, abraços, beijinhos, amizade e amor. Hoje, literalmente substituídos pelo modelar de comportamentos, atitudes e posturas determinados pelas apps do irritante rectângulozinho, resta aguardar pelo retorno completo da função enfatizada pelo amadurecimento, espera-se, de adulto, e pela renovada esperança de que a utilização mais racional dos relationship alliens aconteça deterministicamente. Parece que em França já se pensa seriamente em proibir o uso dos telemóveis em contexto escolar. Se calhar, teremos de equacionar esta mesma questão em contexto familiar ou laboral, por forma a podermos ultrapassar este existencialismo abstracto e paralelo que mata e consome as gerações presentes e futuras e as suas relações. Encontrar o equilíbrio é urgente. Mudar de atitude idem. Talvez, assim, possamos voltar ao tempo em que os filhos nos adoravam mais que aos telemóveis.

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