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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Sonho das Estrelas

As estrelas também sonham,

Pecam, porque nada dizem,

Num céu imenso de breu profundo,

Lembram a vida humana dos antigos e espera-se que profetizem.

 

São sábias, há lendárias gerações perdidas,

Iluminadas no icónico conhecimento,

Querem abençoar os humanos num sonho belo,

Invadir-lhes o coração, com amor e alento. 

 

Sonham felizes, lá em cima,

Observam os que habitam lugares estranhos cá em baixo,

A terra ilumina-se de mentes brilhantes,

Quando uma estrela cadente toca cabelos humanos cintilantes.

 

Enchem a noite quente,

O frio também as recebe,

Festejam as estações num céu imenso repleto,

Lançam os seus feitiços, numa magia incerta, com proveito.

 

Proveito sincero,

Razão irreal inflamada,

Aventura obtusa inconstante,

Viajantes eternas, numa via alternativa descansada.

 

Os humanos querem vê-las,

Tocar-lhes com os sentidos,

Sonhar com o futuro galáctico,

Estudá-las profundamente e escutar segredos idos.

 

O sonho é das estrelas,

Dos humanos crentes também,

Dualidades inesperadas que se complementam,

Instam à vida caleidoscópica e num rodopio acalentado se deleitam.

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