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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Levitação Petrolífera

A questão continua a surgir nas nossas leigas mentes ainda pensantes, repetitiva e constantemente, até porque é recordada, pelo menos, semanalmente, pelos media, dada a sua impressionante e incessante necessidade de actualização bolsista e mercantil: porquê este sobe e desce dos produtos petrolíferos, nomeadamente, da gasolina e do gasóleo?

É aqui que, segundo os entendidos (ou não), entra em acção o Maestro Orquestrador chamado ISP ou o “Levitador Petrolífero”. Esta personagem da corrente tributária contemporânea incide sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos e aplica-se a toda a gasolina e gasóleo, bem como ao gás propano e butano, petróleo e GPL, que se destinem a venda ou consumo.

Dir-se-á que as levitações não são só fruto do papão ISP, que as pressões por parte dos governos e das organizações ambientais (sustentabilidade e responsabilidade social corporativa) sobre as empresas que trabalham nesta indústria têm vindo a aumentar, nomeadamente no que diz respeito à segurança, e que também contribuem, tal como os business budgets CAPEXianos (Capital Expenditure ou seja, capital gasto na aquisição ou no upgrade dos activos produtivos tais como edifícios, maquinaria e equipamento ou veículos, com o intuito de aumentar a capacidade ou a eficiência da empresa para mais do que um accounting period) e OPEXianos (Operational Expenditure ou seja, o capital utilizado para a manutenção e operacionalização de instalações já existentes). Ainda uma nota interventiva para a margem negocial/lucrativa no negócio da distribuição de produtos petrolíferos.

Enfim, parece haver toda uma panóplia infinita e pré-concebida de sem fins para justificar (ou não) as levitações sobre o assunto, no entanto, o comum mortal terá saído frustrado com a aparentemente insignificante alteração centesimal recentemente operada em prol da baixa de preços dos ditos produtos. As leituras são várias, as justificações plausíveis ou não, os argumentos lançam-se mas, fica sempre aquela desilusão do consumidor final patente nas caras das reportagens televisivas. Com tanta Levitação Petrolífera, porque havemos de continuar obstinadamente a levitar sempre mais para cima do que para baixo? O mistério é sério...  

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