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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Governar Sem Políticos (Uma Introdução) - Velhos e Novos Diálogos Políticos (Parte I)

Falar de políticos é sempre ingloriamente ingrato. O cidadão comum, ignorante na sua inocência virginal política, deixa-se embriagar pelo discurso difuso e falacioso de um certo dom palaciano para a arte do engano vocal, oralizado e declamado, com determinismo irrefutável e malícia tão explicitamente (des)escondida. Soubesse hoje o que não soube ontem, o povo, na sua imaculada esfera mirabolante de tentativa destentada de gradual descontrole moralizante e afincada desconexidade de paupérrimas intelectualidades mundanas (desenganem-se os que estimam literacia avolumada no magote da nação) e quiçá macroglobalizantes, paralisaria a inveja alheia dos pseudo europeus (in)ativos assumidamente euristas que subscrevem, incessante e continuadamente, os manifestos concelhios das eutrofizações economicistas, espontâneas e/ou manipuladas, com antevisões progressistas de regressão linear estigmatizada, pelo crescente equacionar de um vaticínio politicamente correto, na sua incongruência terminal.

A imposição pacificadora de um estado de subserviência vegetativa, consuma-se numa assustadora película ficcional, de argumento vocacional incerto, com protagonista ou protagonistas maquilhados de propensão narcisista freudiana, espelhados no templo absolutista do caráter imoral da moralidade pontual czariana. O diálogo monolizante destes destemidos fantoches permissivos, quebrou a barreira do som viral e do gay status que embrenhou, durante anos a fio, o canal neural sensitivo do espírito desvanecido e crespado da alma aleatória.

Cansaram-se de os ouvir, quando os começaram a escutar. Refugiar-se nas expetativas frustradas do pavão ofuscante de plumas reviradas para si mesmo, camuflou a verdadeira essência da natureza popular na demanda pelos (des)encantos políticos. Quem ofereceria uma outra vida? Aquela que todos sonham? Aquela que todos querem? Aquela que é capaz de encetar progressivamente num todo desunido uma união, ainda que temporária, na eterna busca pelo efémero e pelo THE family guy spiritus andante?

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