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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

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Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Europeias Activas

Verdade seja dita que informação, ou contra-informação, não falta por aí. Debates desmistificadores (ou mais mistificadores ainda), troca acesa de palavras, acusações destemidas, ataques frontais, idem. No entanto, permanece a dúvida: serão as Europeias a verdadeira forma de compreendermos o “Espírito Europeu” e o “Conceito Unificador de Europa”? Na realidade, existem mesmo o tão proclamado “Espírito Europeu” e o avassaladoramente esperançoso “Conceito Unificador de Europa”? O que determina esta definição? Sentimo-nos efectivamente como Cidadãos Europeus? Um longo caminho foi percorrido, ao longo dos últimos anos, neste suposto continente ultra civilizado, e, sem dúvida alguma que se avançou significativamente em certos e determinados campos de acção e de actuação, no entanto, o sentimento de nacionalismo extremo parece persistir, inconformado com a massificação standard homologada por uma tal de “Filosofia Europeia”. É certo que abdicar da identidade nacional, das culturas e costumes, tradições e história das Nações, seria impensável, mas o que se busca então com a União Europeia? Na prática, parece que as vantagens mais relevantes se revelam económica e financeiramente. E mesmo assim, há cépticos. A política é uma das variantes que tem de ser, e é, mais meticulosa e mediaticamente trabalhada, porque interfere e choca, na grande maioria das vezes, com as realidades vivenciadas em cada país, não sendo, por isso, de fácil implementação mais localizada. A ideia, no geral, é boa: um conjunto de países ligados, por forma a facilitar a interacção entre os mesmos, no que respeita a pessoas e bens. A sua concretização e operacionalização é que é sobremaneira mais preciosista. Estaremos a ser devidamente esclarecidos sobre todas as razões de ser das Europeias? Ou fomos, até agora? O facto é que muito se perde pelo caminho, e muito se desvia, a bem das campanhas internas partidárias nacionais, sempre contraproducentes, em situações que se precisam, sejam mais abrangentes. Queremos votar em que projectos? Esses projectos são viáveis e passíveis de implementação real e realista? Temos força no Parlamento Europeu? Conseguimos fazer a diferença? Quem elegemos? Uma visita aos sites https://europa.eu/european-union/index_pt e http://www.europarl.europa.eu/at-your-service/pt/home, talvez ajude na tentativa de melhor compreender o papel das Instituições, das Nações e dos Cidadãos. Europeias activas: verdade ou mentira? Não sabemos. No entanto, a votação informada, continua a ser uma ferramenta determinante e extremamente importante.

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