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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Desenvolvimento Organizacional e Direito (Parte II)

De uma maneira geral e consensual, assumem-se como valores base...

... o Respeito e a Inclusão, defendendo-se a partilha equitativa na acreditação das opiniões de todos e aceitando-se as suas diversas perspectivas e abordagens – ora, estas são premissas validadas pelo Direito, uma vez que na relação “Agente da Lei” Cliente/Cidadão, são cruciais para uma comunicação assertiva, empática, produtiva e conclusiva no desfecho da grande maioria dos processos, sendo que não há lugar a qualquer tipo de discriminação na representação/defesa do Cliente/Cidadão;

... Colaboração, que fomenta e encoraja a construção de relações estáveis e duradouras entre os stakeholders - reflecte-se este valor e é crucial, nas relações que se estabelecem entre “Agente da Lei” e Cliente/Cidadão, uma vez que a confiança é fundamental e determinante para reforçar a fidelização e estimular uma subsequente base de trabalho, isto é, o Cliente/Cidadão irá, no futuro, recorrer a quem confia e em quem acredita e o “Agente da Lei” irá garantir a capitalização do seu trabalho e o seu sustento remuneratório se o Cliente/Cidadão voltar a procurar os seus serviços;

... Autenticidade, buscando-se a verdadeira essência do autêntico e congruência na acção, encorajando-se estas qualidades comportamentais no Cliente – uma vez mais, conseguimos estabelecer uma analogia com o Direito, visto que a promoção destas qualidades comportamentais no Cliente/Cidadão, regidas pelos valores e princípios incutidos quer socialmente, quer pelo “Agente da Lei”, resultam numa consolidação dos fundamentos existenciais do próprio Direito;

... Auto-Conhecimento, procurando-se assumir um compromisso pessoal para com o desenvolvimento da própria auto-percepção do eu e das skills interpessoais, o qual se traduz numa aprendizagem ao longo do tempo – e aqui, a capacitação dos intervenientes no palco do Direito, quer seja através dos seus percursos pessoais, académicos, profissionais ou situacionais, reverte garantidamente num “Agente da Lei, Cliente ou Cidadão muito mais atento, eficaz, eficiente e socialmente mais responsável nas suas relações;

... Empowerment, focalizando-se os esforços organizacionais na prossecução da helping hand aos stakeholders, incentivando-os a desenvolverem a sua própria autonomia para, no futuro, se criarem relações que se querem mais produtivas e com um retorno de satisfação maximizado exponencialmente – desta feita, a analogia centra-se na pessoa “Agente da Lei”, Cliente ou Cidadão e traduz integralmente a busca constante dos actores na catalisação dos valores e princípios básicos da existência humana, reforçando-se a responsabilidade pela cidadania inteligente, com preocupações de sustentabilidade e promotora do bem estar individual e social.

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