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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Contratos de Associação

A Educação é uma das mais importantes pedras basilares que fomentam a sustentação, a consolidação e o progresso de um país. Assim sendo, é muito natural a preocupação, o tempo e os recursos que lhe são devotados, por todas as partes interessadas envolvidas. Não se estranha idem, a relevância, mais afincada, atribuída a esta temática por parte das famílias. Assim sendo, e tratando-se do futuro das gerações que darão continuidade ao projecto nação, a escolha do local onde irão decorrer os seus estudos académicos torna-se numa decisão muito ponderada e, por vezes, bastante difícil, tendo em conta as diversas variáveis não muito controláveis que a podem minar. Felizmente, temos no nosso país, disponível, um leque referencial, relativamente variado, de potenciais escolhas académicas. Entre os ensinos público e privado, de um modo geral, as famílias identificam-se com os estabelecimentos escolares que mais apreciam e fazem as suas opções. O Estado cumpre com obrigações sociais que lhe são devidas. A questão que se coloca ao Estado é: de que forma podem ser cumpridas essas obrigações sociais, com maior eficiência e eficácia, e com maior optimização dos recursos existentes? É aqui que se gera, quer parecer, a grande confusão, relativamente aos famosos Contratos de Associação. Na realidade, não parece estar em causa o poder de escolha das famílias, no que concerne ao estabelecimento de ensino mais adequado para os seus filhos. As famílias podem fazer a sua escolha, como bem o entenderem. O que se questiona, concretamente, é o financiamento das instituições escolhidas pelas famílias, por parte do Estado. E aqui, efectivamente, não descurando toda a argumentação pró e contra, parece mais inteligível e produtivo financiar directamente as famílias, para poderem fazer a sua melhor escolha, e não as instituições, sendo que, aquelas instituições em que se justifique a intervenção estatal, que as há, por certo, ficam sujeitas ao cumprimento óbvio dos requisitos instituídos para a candidatura ao respectivo financiamento estatal. Uma vez mais, aqui, a comunicação transparente entre todas as partes interessadas envolvidas se revela fundamental para o decorrer fluído e sem manipulações ou ruídos desnecessários de um processo que, queremos acreditar, com o tempo se tornará efectivamente mais eficiente, eficaz e melhor para todos.

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