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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Carências e Afectos

Inebriante caminho volátil de sensações apagadas, que se regem paulatinamente por valorizações intrínsecas ao desafio humanizador das relações humanas. Os estados e sentires apaziguados pelo comportamento e atitude inerentes à condição desprovida de singelo vivenciar, reverte na transição expedita de assombramento constante da moral providencial, embebida na tocha acesa da emoção leal. Nas carências supletivas, o supremo interesse mundano da razão afectiva revela-se mutacional e transdireccional. O mundo esquece estas provisões existencialistas, porque o susto evolutivo do requisito limitativo da condicionante rotineira e diária, impulsiona o lado obscuro da razoabilidade ocupacional humana. Assim, as carências, subestimadas, invadem tempestuosamente a cálida mente adormecida e provocam o corpo, dinamizando na retaguarda da métrica emocional, uma negociação determinista que culminará, eventualmente, no equilíbrio argumentativo e factual da viragem holística comportamental. Os afectos, de todo regrados nas efusivas demonstrações subliminares, cativam as vontades momentâneas, reflectindo a espontaneidade do acto irreflectido, substancialmente direccionado para a alusão à fantasia dos sentidos. Cultivam-se estes afectos de forma dissimulada, no ciclo experimentalista da profusa e confusa teoria evolucionista humana. Apartam-se facilitadores intervencionistas, requisitam-se espelhos mágicos e mentores desmesurados no composto caldo de misturas esotéricas, analiticamente desconstruídas para imparcializar as relações mais definitivas. Carências e afectos complementam-se, compartimentam-se e são simbióticos, na metáfora falaciosa da praia deserta, aberta ao espírito livre dos ventos de leste. Esta cumplicidade razoável proporciona o sustento visionário para uma potencial agitação cognitiva retroactiva, que opera miraculosamente o desvio da contusão neural, numa óptica de vanguardismo acelerado e futurista. Ensine-se o estigma referencial, por forma a que num embalo justificado e reforçado em argumento consolidado, se ultrapasse o espartano indício desanimador e castrador do alheamento improvisado entre carências e afectos. Dualidade crescente, crescimento expressivo, reconhecimento concreto, evolução fundamentada e equilibrada, eis o protectorado regenerador da congregação de duas realidades, aparente e ilusoriamente, conflituosas.

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