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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Aeroportos, Táxis, Uber, Cabify e Afins

Segmentação de Mercado, Posicionamento e Contexto Legal. Os negócios mundanos são conduzidos, diariamente, partindo de referenciais estratégicos indicativos e quantificáveis, aparentemente simplistas como estes. A análise aprofundada de cada item revela, no entanto, uma complexidade assoberbada, consequência da conjugação imprevisível de factores críticos de insucesso que determinam o encadeamento negativo ou não, dos resultados consequenciais fundamentados em análises pragmaticamente inconclusivas, muito pouco fiáveis e, até mesmo, irrelevantes e irreverentes. Assim, se consubstanciarmos, transpondo para a realidade factual do sector representativo da convulsão confusa actuarial actual, este trio efectivamente gerível, que não se atropela e, antes, se complementa, compreende-se que as hostes estão iradas desnecessariamente. As diferenciações básicas e primitivas são concretas entre segmentos e a criação de ofertas para nichos precisos, reflectem a expansão mercantil natural e a abertura pacifista a alternativas passíveis de existência concertada, atendendo ao facto do mercado comportar justificadamente as variações e flutuações inovadoras em potenciais novas áreas de crescimento, num posicionamento focalizado e direccionado consensual e aceitável. A contextualização legal carece de explicação mais precisa e minuciosa, tendo em conta a transparência menos conseguida e clarificada dos enredos subsequenciais expectáveis e, por vezes, menos entendíveis, que acabam por gangrenar, infantilmente, o positivismo das implementações missionárias e necessárias. Os direitos são fundamentais, mas são de todos e para todos. Assim, quando, ao exercer um direito meu, afecto a liberdade e o direito de outro ou outrem, infere-se uma penalização escusada que desmistificada, embate na falha existencial da não empatização positivista, bem como da irresponsabilidade social e civilizacional para com o outro ou outrem, descambando na insustentabilidade de todo um sistema ecossistémico relacional, de relações já de si frágeis, difíceis e contundentes, que promove e motiva agitação contraproducente, manifestamente contrária ao resultado indiscutível desejável e passível de atingimento efectivo positivo, para todos os quadrantes envolvidos. Comunique-se interna e externamente a razoabilidade dos abrangidos e propague-se a ponderação e o bom senso equitativo, funcional, regrado e justo, disseminando uma articulação contígua mais eficaz e eficiente, a bem da felicidade na mobilidade pública nacional, regional e local. E felicidade é incentivo à produtividade e mais, maior e melhor produtividade resulta numa economia mais saudável e equilibrada e com maior potencial dinâmico de crescimento, logo, traduz-se em muito provável criação de riqueza, logo, é bom para todos.

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