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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A ONU de António Guterres

A premência de uma mudança social global de atitude e comportamento impulsionados por uma maior, mais convincente e consolidada estratégia inteligivelmente responsável e sustentável, universalizante e justa nos seus princípios, valores, missão e visão intrínsecas, culminam numa esperançosa aclamação em torno de um homem cuja vocação humanista e humanizadora cedo se revelou concertada e construtivamente empolada. Cultural e socialmente, os portugueses são, de uma maneira geral, considerados um povo de emoções fortes, empatias, simpatias, consensos, diplomacias, bom sensos, ponderações impulsivas, mas positivamente resolutivas, e empreendedorismo socializante e humanitário, revelador de uma sensibilidade única e de uma capacidade de união de extremos radicais e radicalizantes desconcertante, mas eficaz e eficiente. Assim, não será de admirar que o nosso ilustre representante reúna aprovações governativas universalistas, justamente por reflectir tudo aquilo que é expectável de e num organismo mundialmente reconhecido, como a ONU pretensamente o é. O governo do mundo tem de alcançar a status quo da imparcialidade humana, na defesa dos seus direitos e necessidades básicas, mas, também, na motivação, impulso, fomento e criação de condições e infra-estruturas adequadas e condignas à inovação, crescimento e valorização da condição humana em si mesma. António Guterres, com o seu brilhante e intocável percurso político, diplomático e humanitário, garante, à partida, a concretização de estratégias e objectivos bem consubstanciados e concretos, de realização real passível de implementação, que na sua tradução factual, concedem uma nova credibilização a este organismo internacional, afastando máculas e desaires menos conseguidos ou impeditivos de materialização física, surgindo assim com uma potencial nova dinâmica construtivamente mais positivista, mais equilibrada, mais justa, mais concisa e firme, mais humana, social e realmente planetária e universal. A confiança que se canaliza e foca nesta personalidade crescente e em crescimento, nos seus feitos e conseguimentos futuros, inter-nações, extravasa a mundialização mediática do acontecimento que marca a actualidade e leva-nos a acreditar que, talvez, um dia, o mundo possa mesmo ser um lugar bem melhor, mais feliz, com mais amor e mais esperança. Um lugar de Todos, para Todos, por Igual. As mudanças vão acontecendo, estão a acontecer, e são, cada vez mais, surpreendentemente favoráveis à unificação espiritual dos ciclos civilizacionais e das nações concorrentes. Centremo-nos, pois, no profundo e difícil objectivo primordial: coexistência pacífica e pacificadora. Paz, Vida e Progresso. António Guterres é homem para o conseguir. Esperamos, na fé dos outros homens e mulheres, que o alcance e magnitude da sua política visionária assim o conceda.

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