Foi com muita pena que recebi a notícia de que o Sapo Blogs vai ser descontinuado.
Assim sendo, apesar deste final algo inusitado e imposto, acredito num "Até qualquer dia, algures no tempo e no espaço!".
Foram, para mim, 10 anos de muita escrita e muita partilha. Continuarei, sem dúvida alguma a escrever, a reflectir, a desafiar o pensamento crítico e a assimilar novo saber, novo conhecimento, porque a curiosidade e a criatividade são peças fundamentais na construção continuada do ser e do existir, mas não sei se o continuarei a fazer através de um novo blogue...
Aprendi muito e cresci muito. Aprendemos e crescemos sempre com as experiências e vivências quotidianas, reais ou virtuais. O desafio constante e a mudança, especialmente a incerteza e o imprevisto, fazem parte das nossas vidas, quer queiramos, quer não. É assim que colocamos tudo em perspectiva e que fazemos novas, e mais ajustadas, abordagens à realidade.
Não sei o que o futuro nos trará, o contexto internacional é muito instável, mas o espírito humano é resiliente e adaptativo, e a sua consciência esperançosa, por isso, talvez a vida possa existir e continuar a sua existência em relativa paz.
Cuidem-se Muito Bem e, quem sabe, talvez nos cruzemos, de novo, no Futuro!
Bons Pensamentos, Muito Conhecimento e Boa Escrita!
(A descrença reflecte a falta de magia. O acreditar sonhado transforma-se naquela adoração de que uma ideia criada pela confusa estratégia renegada, aquela que empola o viver desconcertado e a ambiguidade definida, é fantasia acesa e real, numa experiência qualquer ancestral. Não se reconhece a verdade natalícia, nem tão pouco se espera mudança, presente ou futura. A rotina é recorrente e o que se espera do novo ano, calma, apenas aparente. Já sabemos tudo de cor e salteado, na tradição humana da expectativa controlada e regrada, nada é verdadeiramente novo, nada é verdadeiramente diferente ou divergente. A convergência dos costumes dá confiança e transmite segurança. O conhecido é por demais bom e benéfico. Aconteceu que tudo foi linear. As compras fizeram-se, os presentes foram entregues, os rostos talvez se tenham iluminado, a esperança reacendeu. Agora, na viragem do ano, nesta entrada apenas permissiva para alguns poucos abençoados com a visão de um optimismo prometedor, renegar a realidade universal do conflito conjuntural, estrutural e enraizado é vil incumbência que assombra a mente ponderada e ainda, talvez, um pouco iluminada. O discurso e o curso da existência, erráticos no seu desenrolar, assumem a face exposta da narrativa passada, presente e futura. Ou, talvez, traduzam simplesmente o sentimento alvoraçado e desconcertado que se reinicia na mente pensante a cada nova época natalícia e a cada passagem de velho ano. É esta a subtileza do mistério da vida normalizada, aceite em resignação e submissão, sem expectativa.) Luzinhas, cores, enfeites, embrulhos, presentes. O coração é invadido, de novo, pela esperança de algo menos obtuso e escuro. A iluminação da mente feliz, pela visão abençoada de formas e feitios estilizados, recriados e transbordantes de felicidade, cheios de promessas cativantes, feitas de esperança e do acreditar pio de que a vida será um pouco melhor, pelo menos, nesta altura do ano, são revogação de penas e pecados anteriores e reforçam o esquecimento do que antes de mau se passou durante o ano. Elevados pela glória do perdão, a vida não mais se dispersa e a magia acontece, tudo se revela e tudo muda, para melhor ou, pelo menos, para menos pior, assim se espera. A entrada no ano que se quer novo, reflecte a precisão de um estado de alma mais concentrado no afunilar repressivo de maus pensamentos, na contenção de alegrias sem nexo, na fibrilação desmesurada das boas energias do coração, na visão ilusória deliciosa de que se controla algo, alguém ou alguma coisa, na repetição imaculada de ter um sonho feliz que se transforme em realidade. O Natal passado que se acumulou na lista de natais passados, reescreve a volatilidade do ser existencialista, na esperança da sua pseudo humanidade reconvertível, que cria aquele eterno engano de que é possível mudar a factualidade comportamental do mundo. No ano que se quer novo, seria mesmo uma falácia alterada se tudo se transformasse em sanidade não apenas momentânea, em benevolência, bom senso e ponderação ampliada, em lógica emocional concertada e concertante, em sentido de justiça igualitário, em equidade de equilíbrio e sensatez, em fuga às decisões menos pensadas, talvez mais retratadas que realizadas, em incompreensão bem sonora de que o assombro do mundo se revela no ego enfurecido e incompreensível de seres humanos desmesurados, potenciadores de condicionalismos de espécie quase incorrigíveis e criadores de destruição de caos massivos, em pureza e inocência agilizadas que encerrem as criptas do conflito não residual e a dor e o sofrimento e a vilania e a morte precoce. Sentidos apartados, pois, nesta revelação, aparentemente determinista e desconjuntada, sobre uma universalidade nada apaziguadora, infelizmente. Escritas inconsequentes, pensamento insignificante, conhecimento exuberante, saber exótico, estóica resiliência, louvável tenacidade, abençoada ingenuidade.
UN Women statement for Human Rights Day, 10 December 2025
As the United Nations marks its 80th year, we return to the foundation of its Charter: human rights for all. We reaffirm a simple truth: that women’s and girls’ rights are human rights—essential to daily life, not negotiable, not optional, and never conditional.
Yet these rights are under strain.
Around the world, women’s safety and dignity are under attack—from conflict, discrimination, and economic injustice, to rising forms of violence both online and offline.
Too often, sexual violence and femicide go unpunished. Reduced penalties for so-called “honour” crimes, forced marriage, corruption, gender stereotypes, and broken justice systems deny women the accountability and protection they deserve. Human rights frameworks were created to prevent this erosion. But without accountability and the rule of law, rights remain promises rather than guarantees.
To see what the future might look like, it is often helpful to study our history. This is what I will do in this article. I retrace the brief history of computers and artificial intelligence to see what we can expect for the future.
How did we get here?
How rapidly the world has changed becomes clear by how even quite recent computer technology feels ancient today. Mobile phones in the ‘90s were big bricks with tiny green displays. Two decades before that, the main storage for computers was punch cards.
In a short period, computers evolved so quickly and became such an integral part of our daily lives that it is easy to forget how recent this technology is. The first digital computers were only invented about eight decades ago, as the timeline shows.
The 10 technology trends shaping the next five years
In 2026, disruption is accelerating and AI is no longer optional. At the 2026 Gartner IT Symposium/Xpo, Distinguished VP Analyst Gene Alvarez and VP Analyst Tori Paulman emphasized that this year’s top strategic technology trends are more than emerging innovations — they are essential tools for CIOs and IT leaders to build resilient foundations, orchestrate intelligent systems and protect enterprise value.