A indústria do têxtil, vestuário e calçado portuguesa como um todo espera entrar na linha da retoma na segunda metade do ano, mas há muitas empresas com dificuldades em remendar danos que se arrastam desde a pandemia. Insolvências estão a aumentar.
Uma equipa do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça (EPFL) está a desenvolver um robô composto por peças que podem ser digeridas pelo corpo humano e, agora, também conseguiu criar a bateria para o alimentar.
A equipa do projeto RoboFood pretende construir um robô que pode ser engolido e digerido. Agora, os cientistas anunciaram ter conseguido criar a bateria para este robô, que também pode ser digerida, num avanço importante para a investigação. O objetivo é que num futuro não muito distante, profissionais de saúde possam prescrever tratamentos que recorram a pequenos robots que atuam a partir do interior do corpo humano.
Tal como a lua tem um lado que não é visível da Terra, a inovação pode ter características ou tendências que não são imediatamente evidentes ou que podem ter consequências indesejadas, por vezes perversas. Mas será que esse lado obscuro merece apenas a nossa preocupação, ou há espaço para enfrentar as suas sombras?
A inovação é frequentemente retratada como uma força motriz da sociedade moderna, que impulsiona a humanidade em direção a um futuro melhor. É celebrada pela sua capacidade de transformar indústrias, melhorar vidas, moldar o curso da história – no limite vista até como uma chave para salvar o nosso planeta nas próximas décadas. Mas, como diria Rui Veloso, “toda a alma tem uma face negra” e a inovação não foge à regra.
Hibridização. O termo, já conhecido entre quem trabalha no negócio das energias renováveis, promete dinamizar novos investimentos no setor elétrico nos próximos anos. Com uma rede elétrica limitada e a necessidade de descarbonizar o consumo de energia no país, está a crescer o recurso a projetos que otimizem essa rede, ligando num mesmo ponto distintas tecnologias, e evitando os custos acrescidos de expandir as linhas de muito alta tensão. É nesse tipo de aproveitamento que está a apostar a Finerge, uma das maiores empresas no setor das renováveis em Portugal.
Todos os dias, 100 crianças na Europa são diagnosticadas com cancro. Anualmente, cerca de 6.000 crianças sucumbem a esta doença, mas menos de 10% destes jovens doentes têm acesso a tratamentos inovadores. Quando uma criança é diagnosticada com cancro, cria um tsunami de emoções e desafios para a sua família. Durante o ano passado, a Fondatioun Kriibskrank Kanner no Luxemburgo ajudou 314 famílias, incluindo 30 novos doentes com idades compreendidas entre os 0 e os 17 anos, continuando o seu legado de 35 anos de serviço, impulsionado exclusivamente pela generosidade do público.
Com Portugal já qualificado para os oitavos de final do EURO 2024, regressa a rubrica 4-4-2. Desta vez, o convidado é o fundador da GoalPoint, Pedro Cunha Ferreira, que faz um resumo do percurso da Seleção Nacional até ao momento e mostra como esta se compara com as outras equipas.
Em 2016 o futebol português viveu um momento de sonho, para muitos inesperado, consumado no pé direito de Éder, o herói poético e ainda mais imprevisto do que o primeiro grande triunfo internacional da Seleção Nacional. Volvidos oito anos, Portugal apresenta-se ao “seu” Europeu com um “CV” diferente e naturalmente de maior expectativa.
O “maior percurso pedestre circular do mundo” fica em Portugal e está muito perto de ser inaugurado o primeiro trilho: que lhe parece percorrer Portugal, através de 100 concelhos, que vai interligar o litoral e a linha de fronteira de norte e sul?
O projeto ‘Palmilhar Portugal’ prevê mais de 3 mil quilómetros de caminhada pelo país, naquele que será “o maior percurso pedestre circular do mundo”. Depois de concluído, deverá mesmo atravessar entre “90 e 100 concelhos”, de acordo com o mentor da iniciativa, Ricardo Bernardes, em declarações à agência Lusa.