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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Renovado Confinamento - Dias 2 e 3 - Desconfinamento e Eleições

(O que dizer sobre um mundo verdadeiramente caótico, obstinado e frustrantemente avesso à mudança social positiva, construtiva e humanizada?) Algo de muito errado está a acontecer no nosso mundo. A clara irresponsabilidade humana generalizada, ou pior, a manifesta indiferença, associada a quase todo o tipo de decisões, actos e comportamentos sociais, nesta nossa sociedade supostamente civilizada, moderna e contemporânea, uma sociedade relacional por definição, mas muito pouco cooperante entre si, é a morte anunciada da humanidade, tal como a conhecemos na sua essência social e socializante, humanizante, construtiva, evolutiva e sobrevivente. Será este o pensamento subjacente ao governo mundial? Os consecutivos experimentalismos quiméricos defraudados para muitos, benéficos, no entanto, para uma iluminada minoria, cuja visão se guia apenas pela ganância do poder bélico desmedido e desmesurado, extrapolam o falhanço do modelo civilizacional e social que tem vindo a ser erradamente modelizado, numa doutrinação ilusória feita de facilitismos convencionados e concertados, embebidos numa óptica transversal de criação e manutenção de pseudo democracias utópicas. Esta renovada diarreia mental fulminante, que se traduz nesta escrita conceptualmente exótica, exuberante e demasiado emotiva, transparece a preocupação real sobre a mundana e banal questão civilizacional, que nos devia mobilizar a todos: o que queremos para o nosso futuro conjunto, de preferência em paz e comunhão civilizacional e social, neste mesmo planeta? Talvez, a resposta esteja encerrada no passado e presa no presente, ou, isto será apenas uma mirabolante fantasia errática de uma mente dispersa na simbologia do pseudo pensamento filosófico e abstracto. Certo é, que os números pandémicos aí estão, mais assustadores do que nunca e, curiosamente, mais do que nunca, a multidão enche as ruas, querendo parecer, portanto, que a numerologia diária covídica, em mortes e novos casos, já foi aceite, assimilada e interiorizada, numa resignação factual aos eventos e acontecimentos que manifestamente ninguém consegue controlar, e que relembram tristemente a impotência e a insignificância da espécie humana, quando desafiada por sociedades microscópicas extremamente bem organizadas e desenvolvidas; o gigante cai. E não há hospitais que nos socorram. Enfim, pseudo dissertações à parte, este novo confinamento mais parece um verdadeiro desconfinamento, repleto de excepções prontamente utilizadas, e as eleições, uma corrida desenfreada, mas desculpada, para aceder aos pequenos prazeres da vida na rua. Hoje, foi dia de votação antecipada para as Eleições Presidenciais, e a afluência, já se sabia, foi grande, mas as estruturas organizativas e de apoio, atendendo ao contexto pandémico, em muitos casos, revelaram-se muito aquém das expectativas e insuficientes para dar vazão a tamanha avalanche de votantes. As acções de campanha prosseguem nas ruas e os candidatos desmultiplicam-se em apelos ao voto. As eleições verdadeiramente ditas são só para a semana. Até lá, veremos o que acontece, mas a previsão de uma “tempestade covídica perfeita” parece estar, infelizmente, bem presente no horizonte próximo.

Ana Torres: “A mudança é o nosso novo normal”

Ana Torres acaba de juntar mais três mercados aos 11 que já liderava no cluster de Doenças Raras da Pfizer na Europa Ocidental. Nesta entrevista alerta que em momentos desafiantes como o que vivemos é importante estar atenta às oportunidades e preparada para as aproveitar.

Depois de quase três anos como diretora-geral da Pfizer em Portugal e com um papel ativo no desenvolvimento e comercialização de medicamentos e soluções inovadoras enquanto responsável pela Unidade de Negócio Global Innovative Pharma, Ana Torres candidatou-se a um cargo que nunca fora ocupado por um país tão periférico como Portugal e conseguiu o lugar. Em junho de 2016 assumiu as funções de líder do cluster de Doenças Raras na Europa Ocidental, gerindo 70 pessoas em 11 países a partir do seu escritório no Lagoas Park, Em dezembro do ano passado, alargou as suas responsabilidades a mais três países —Polónia, Turquia e Rússia — passando a gerir mais de uma centena de colaboradores da Pfizer nestes 14 mercados.

ler mais em executiva.pt

Estado de Emergência: Guia de Todas as Alterações de Natureza Laboral

Foi publicado o Decreto n.º 3-A/2021, de 14 de Janeiro, que procede à regulamentação do Estado de Emergência decretado pelo presidente da República no passado dia 13 de Janeiro de 2021.

Este decreto procede à execução do Estado de Emergência até ao dia 30 de Janeiro e pressupõe a adopção de medidas com o intuito de conter a transmissão do vírus e diminuir a expansão da pandemia COVID-19, recuperando soluções já adoptadas durante os meses de Março e Abril de 2020. A Antas da Cunha ECIJA explica quais as principais alterações em matéria de direito laboral.

conhecer mais em hrportugal.sapo.pt

MIT: Definir Uma Estratégia Num Mundo Dinâmico

Para permanecer competitiva ao longo do tempo, uma empresa deve conseguir mover-se rapidamente em resposta a grandes mudanças. No entanto, a possibilidade de tais mudanças cria uma profunda incerteza, tornando desafiante a identificação do caminho mais rentável a seguir. Embora as organizações nunca possam estar totalmente preparadas para um choque inesperado, as mais resistentes aprendem a esperar o inesperado e a recuperar rapidamente quando este ocorre.

ler mais em executivedigest.sapo.pt

Climate Quests - The Climate Hunters

In the Arctic, three young women race to defuse a carbon bomb.

The researchers, all in their 20s, pursue an invisible threat to the planet: methane. Although not as famous as another global-warming gas, carbon dioxide, methane’s levels have surged, and scientists aren’t sure why. Finding answers is an urgent mission in a place where some of the most dramatic climate changes are starkly visible, and the biggest dangers may await.

read more in reuters.com

Covid-19: Recuperação da Economia Portuguesa Não Acompanhará Ritmo da Europeia

A recuperação da economia portuguesa após a crise pandémica “deverá acompanhar apenas temporalmente a recuperação europeia, mas não o seu ritmo”, segundo o relatório trimestral da consultora SaeR (Sociedade de Avaliação de Estratégia e Risco) divulgado hoje.

De acordo com o documento, “a recuperação da economia portuguesa deverá acompanhar apenas temporalmente a recuperação europeia, mas não o seu ritmo” e “será assimétrica porque a pandemia está a reestruturar as atividades, quer externa, quer internamente”.

ler mais em lusa.pt

The Ethical Challenges of Connecting Our Brains to Computers

We must ensure that companies, policy makers and consumers use neurotechnology in a responsible way.

Controlling animal movements with your thoughts alone. Monitoring a pupil’s attention in class with a headset that scans brain activity. And, of course, the much more familiar cochlear implants that help the deaf hear or deep-brain stimulators that assist people with Parkinson’s disease to regain functional mobility.

read more in scientificamerican.com

Why a Dawn of Technological Optimism is Breaking

The 2010s were marked by pessimism about innovation. That is giving way to hope.

For much of the past decade the pace of innovation underwhelmed many people—especially those miserable economists. Productivity growth was lacklustre and the most popular new inventions, the smartphone and social media, did not seem to help much. Their malign side-effects, such as the creation of powerful monopolies and the pollution of the public square, became painfully apparent. Promising technologies stalled, including self-driving cars, making Silicon Valley’s evangelists look naive. Security hawks warned that authoritarian China was racing past the West and some gloomy folk warned that the world was finally running out of useful ideas.

read more in economist.com

Lavar a Roupa: a Causa da Poluição Generalizada de Plástico no Ártico

Cientistas analisaram amostras de água entre os 3 e os 8 metros abaixo da superfície e encontrou microplásticos compatíveis com as fibras de polyester usadas nas roupas.

Lavar a roupa na Europa e América do Norte está a deixar o oceano Ártico poluído com microplásticos. A poluição "generalizada" é causada pela lavagem de roupas sintéticas, aponta uma investigação científica.

ler mais em sabado.pt

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