Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

10 Sinais que Não Deve Ignorar na Observação de um Carro Usado

30.06.20 | Cuca Margoux

Uma nuvem de fumo o uma pintura irregular, pneus com desgaste desigual e documentação incompleta… são apenas alguns sinais que alertam para a necessidade de travar a fundo na compra de carro usado.

Se as exigências familiares de transporte aumentam, mas o orçamento não estica para a compra de um carro novo, a solução pode estar no mercado de usados.

ler mais em motor24.pt

Desafios do Mundo Rural

30.06.20 | Cuca Margoux

As zonas rurais e as zonas urbanas são muito distintas entre si, mas isso não significa que uma se tenha de tornar na outra. Já pensou em encontrar uma ruralidade smart?

Quando falamos do interior pensamos sempre que é um bastante diferente das cidades, como se vivêssemos num mundo diferente, mas a realidade é que tanto as zonas rurais como as zonas urbanas coexistem entre si.

ler mais em vdigital.pt

Alfredo da Silva. O Fazedor Português Original nasceu há (quase) 150 Anos

30.06.20 | Cuca Margoux

O patrão da CUF foi o industrial e empresário mais influente de Portugal na primeira metade do século XX.

Nasceu no ano em que Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão começaram a publicar a crónica mensal “As Farpas”, 1871, e a sua influência viria a ser tão grande como a dos dois ilustres escritores portugueses. Apenas em áreas completamente diferentes e sem a mesma visibilidade de que gozam Eça e Ortigão até hoje. É provável que muita gente não saiba bem quem foi Alfredo da Silva ou nunca tenha sequer ouvido falar dele. Nos 150 anos do seu nascimento, os herdeiros do empreendedor português consideram que está na hora de mudar isso.

ler mais em dinheirovivo.pt

ONU denuncia Intimidação e Negação das Autoridades Chinesas e Russas durante Pandemia

30.06.20 | Cuca Margoux

A Organização das Nações Unidas também destacou que esta crise de saúde é negada no Brasil e nos Estados Unidos da América.

A ONU denunciou esta terça-feira a intimidação exercida pelas autoridades da China e da Rússia no contexto da pandemia de Covid-19 e expôs como a realidade desta crise de saúde é negada no Brasil e nos Estados Unidos.

A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, afirmou que "em todo o mundo, a Covid-19 está a ser usada para limitar o direito das pessoas a expressarem-se e participarem na tomada de decisões que afetam as suas vidas".

ler mais em tsf.pt

Sabe a que Cheira o Espaço? Já há um Perfume com a Resposta

30.06.20 | Cuca Margoux

Fragrância recria o cheiro do espaço e foi criada para ajudar os astronautas a habituarem-se antes de serem lançados em órbita.

Se já se perguntou como cheira o espaço, um novo perfume poderá ter a resposta. Recentemente foi lançada uma nova fragrância chamada Eau de Space, que traz à Terra o cheiro do... espaço.

conhecer mais em dn.pt

Novo Vírus da Gripe encontrado na China tem Potencial para Causar Nova Pandemia

30.06.20 | Cuca Margoux

Um novo vírus da gripe detetado em porcos na China poderá ter o potencial para causar uma nova pandemia, caso se comece a propagar entre humanos.

Este vírus é semelhante à gripe suína (A/H1N1pdm09) detetada pela primeira vez em 2009. Foi identificado por investigadores britânicos e chineses, num estudo realizado na China, e publicado na revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences".

ler mais em jn.pt

Um Novo Momento - Dia 15 - A Desilusão do Apressado Desconfinamento

29.06.20 | Cuca Margoux

O quão caótico está a ser o desconfinamento, deixa antever previsão estratégica comprometida. As cobaias covídicas continuam o seu ciclo experimental, as infraestruturas e os recursos não acompanham, e o desenlace é desapontante, no mínimo. Parece que a vida humana deixou de ser o centro da preocupação primeira e houve um desvio nada subtil para um segundo plano de uma cena hollywoodesca em que a realidade é uma qualquer ficção subvertida. A batalha desigual desanima qualquer um. O esforço da primeira fase, a do confinamento, está a ser desperdiçado, numa infeliz conjugação de circunstâncias que deram primazia a jogos infantis de poder político, politiquices e interesses duvidosos. Lamentavelmente, os cidadãos foram abafados por negociações supremas, e condicionados por promessas ilusórias. A desilusão do apressado desconfinamento é evidente e notória. Estamos todos convictos do seu insucesso, os nacionais, mas também as potenciais visitas estrangeiras. E isso eleva o sentimento de apreensão quanto às perspectivas económicas futuras, até porque a canalização da grande maioria dos dinheiros públicos para os privados, deixa desamparado o SNS, e, como alguém dizia, isso não é lá muito compreensível. Mas, na realidade, tudo agora é tão difícil de compreender, até porque os dias fazem-se de muitos novos casos diários covídicos, um pouco por todo o mundo, há uma guerra de comunicação desconcertante sobre Turismo e atracção de turistas, criam-se verdades e realidades alternativas em campanhas concertadas de desinformação as quais, convenhamos, se tornam algo desesperadas e decadentemente tristes. O pior do pior revela-se. A Europa está a apartar-se. A união que nunca o foi, jamais o será. Expectável medida do desgoverno dos países, numa altura em que unir esforços, políticas, planos e acções testou negativamente a resposta europeia, ou a falta dela, em tempo premente e de verdadeira crise. Agora, é o salve-se quem puder, e cada um por si. Triste sina esta, a dos Portugueses, que dão mundos ao mundo, conquistam meio mundo, descobrem riquezas, lutam afincadamente pelo seu pequenino e insignificante lugar ao sol, alcançam-no finalmente, depois de anos de árdua labuta, encontram alguma estabilidade económica e paz de espírito pelo menos, e covidicamente tudo se perde e se esvai, num ápice. Nada podemos ter como garantido. Tudo é efémero. Tudo é temporário, e frágil e delicado. O equilíbrio ilusório da existência estável é isso mesmo, uma total e completa ilusão, um truque de magia que se esfuma na fantasia do acreditar ingénuo em fairy tales. Desconfinámos cedo demais, sem pensar seriamente naquilo que fazíamos, e aparentemente impelidos por uma estranha força subconsciente colectiva que nos encantava e que nos chamava para a rua, e saímos, ainda desprotegidos. Assim estamos desconfinados. Assim estamos desiludidos. Assim estamos desregrados. Assim estamos desnorteados.

Build Back Better: Women at The Centre of Decision-Making

29.06.20 | Cuca Margoux

By UN Women Executive Director Phumzile Mlambo-Ngcuka on the occasion of the Commonwealth Heads of Government Meeting 2020: 'Delivering A Common Future: Connecting, Innovating, Transforming’

The COVID-19 pandemic has changed our world and our world view, deepening pre-existing inequalities, and exposing vulnerabilities in social, political, and economic systems. Across every sphere, from health to the economy, security to social protection, the negative impacts of COVID-19 are exacerbated for women and girls simply by virtue of their sex. These impacts risk reversing limited gains made on women’s rights and empowerment in the past decades. At the same time, women are on the front lines of response, as heads of state and government, legislators, healthcare workers, carers at home and community leaders and mobilisers, amongst other roles. 

read more in unwomen.org

Covid-19: Afinal Quão Grave é Esta Doença?

29.06.20 | Cuca Margoux
Tiago Tribolet de Abreu

Médico especialista em Medicina Interna e também a exercer funções em Cuidados Intensivos

Morreram 3,8% dos “casos confirmados”, num total de 1.549 pessoas, o que corresponde a cerca de 1,5% da mortalidade anual total no País e a menos de 50% das mortes por gripe na última época gripal.

Vou tentar não responder directamente ao título deste artigo, mas apenas apresentar alguns dados inquestionáveis e não controversos, respeitantes única e exclusivamente ao nosso Portugal, deixando depois essa resposta à consideração do leitor.

O impacto de uma doença infecciosa numa sociedade vai depender da sua transmissibilidade (que irá condicionar o número de pessoas doentes) e da gravidade da infecção nas pessoas que a adquirem (indicado pelo número de mortos e de doentes com gravidade suficiente para necessitarem de internamento em enfermaria ou UCI).

ler mais em observador.pt