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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Essência Humana da Liberdade do Ser

A ligação incontornável a um ser sem existência apaziguadora, define e caracteriza o turbilhão de razoáveis conquistas aparentadas com sucesso. A verdade do tudo, nesta inconsequente relação, determina um sonho ilusório feito de mentira constrangedora. A vida prossegue, sob a égide de uma essência humana atípica e desregulada. O topo da escada, elevada ao expoente máximo da glória inebriante, abona a favor de um descanso irreal e potencialmente perigoso. A essência humana descreve ciclos fechados de pseudo abertura programada, ou desejada. A liberdade descaracteriza a acção final. A temporização do desejo ambíguo, malfeito ou refeito de malícia abundante, consome recursos, ideologias e profecias. A cama desfeita encerra segredos. O ser desperta a sua desigualdade fantasmagórica e volátil. O potenciar da dor ausente carece de confrontação. A frescura ignóbil de um doce ser nada, ilumina a mente tacanha de sentido e sentir. Esta essência libertina de um qualquer ser, consome o tesouro esquecido no subconsciente de uma mente diferente, que mente. O proveito da razão pendente, canaliza um custo deferente, distanciado e surreal. O recebimento da transacção emocional, conduz subtilmente o desenrolar do pagamento fictício, em espécie moral. Debitar o mérito da vida, num creditar de malfadados contorcionismos, engrandece a queda abismal do ser libertino. Ou, ilusoriamente, libertino. A essência humana da liberdade do ser é uma história intensa e imensa por contar, num papel em branco ou numa película virgem. Assim, pensam os que não pensam e escrevem os que não sabem escrever.

O Certo e o Incerto

Que nascemos, crescemos e morremos, é certo.

Quando nascemos, como crescemos e porque morremos, é incerto.

 

Se a Terra é redonda, é certo.

Se a Terra é plana, é incerto.

 

Sonhamos, é certo.

Porque sonhamos, é incerto.

 

Que há ricos e pobres, é certo.

Porque ficam uns ricos e outros continuam pobres, é incerto.

 

Que há dons diferentes, é certo.

Porque são os dons diferentes, é incerto.

 

Que há vida fora da Terra, é certo.

Que tipo de vida será, é incerto.

 

A sorte e o destino existirem, é certo.

Como entram na vida, é incerto.

 

Ver imagens da ida do Homem à Lua, é certo.

Garantir que ele lá foi, é incerto.

 

O conhecimento mediatizado, é certo.

O verdadeiro conhecimento, é incerto.

 

O nosso existir, é certo.

Como existimos, é incerto.

 

Certo, é que nada sei ao certo.

A certeza é relativa. A certeza do conhecimento é passado.

 

O conhecimento é história.

A história é contada por alguém.

 

Será a história verdadeira?

Será o nosso conhecimento verdadeiro?

Cair

Um segundo no tempo,

Desperta os sentidos,

Acorda o voo fatal,

Rastreia a convicção de ave irreal.

 

Apoquento da mente,

Tropeção desconjuntado,

Joelho magoado,

Fissura no corpo estragado.

 

Uma vez, e outra, e mais outra,

Questionar a razão,

Sentir flutuante ilusão,

Olvidar a consequente e dolorosa acção.

 

O escutar esquecido,

O sentir perdido,

O tocar abrasivo,

O mexer descaído.

 

Segurar no limbo,

Corda bamba enganadora,

Desnível amargurado,

Contusão recente, destruidora.

 

Cair até mais não,

Levantar até mais sim,

Voar na terra do sonho,

Fantasiar o horizonte por fim.

 

Assim, se cai,

Para logo a seguir, arrebitar,

Descobrir que a queda motiva,

Arranjar força e esperança, jamais sentir o derrotar.

Pessoas

O enigma que se esconde em cada um,

Um porto de abrigo abandonado,

Uma casa feita lar,

Um estigma ultrapassado, num longínquo bazar.

 

Temas infinitamente infinitos,

Conversas desconversadas,

Ânimos inquietos,

Extravagância exuberante, olhares discretos.

 

Ritmos afunilados,

Vidas antagónicas,

Tempestades emocionais,

Razões fechadas, vivências reais.

 

Morte e vida se cantam,

Rodas ímpares à desgarrada,

Fanfarra, festança inebriante,

Jogos perdidos num instante.

 

Aventura aprazível do doce amar,

Aventura aprazível do doce acordar,

Sonhar a nudez do pensamento,

Sentir a felicidade do precioso momento.

 

Fantasia e maravilha,

Surreal devoção aos Deuses,

Geografias antagónicas,

Civilizações e sociedades não muito heróicas.

 

Princípios e valores quebrados,

Linhagem real interrompida,

Banal cidadão inusitado,

Compromisso, valentia, regra, humor aparentado.

 

Diversidade de género,

Gente na multidisciplinaridade,

Mistura de raças e credos,

Globalização multirracial, futuro, abençoada familiaridade.

 

Emily Batty

The past half year has been hard, but I think the clouds are starting to break. Thank you for everyone’s patience and sorry for the radio silence. This hasn’t been an easy journey after 11 years of constant improvements and having my best season ever in 2018, only to feel like I fell flat on my face and cracked wide open both mentally and physically.
Realistically I should have taken an extended break and came back to training, but when it’s my job, I can’t just not show up to work. I think that’s probably the most frustrating part - putting in the same amount, if not more work than ever and getting worse, and worse, and worse.
I’m not ready to talk about all the details and don’t want anyone feeling sorry for me or or anything like that, but I do want everyone to know we’re making some progress and doing our best to get back to my best and contesting for podiums & wins.

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