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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Dicotomia da Doce Robotização Humana

A emblemática e assombrosa revolução das máquinas pensantes agoira-se muito mais real do que antes era expectável. As gerações desatentas serão arrumadas. O esquecimento do desenvolvimento humano será um processo sincronizado e construído sob a égide de uma falácia realmente enganadora de que as máquinas verdadeiramente são substitutas fiáveis da humanidade do ser. A robotização pragmática redundante, que desafia todas as regras éticas conhecidas, e que constrói uma realidade virtual na mente, mas concreta na prática, fará olvidar a essência de todas as decisões humana, a lógica emocional. Não se explica, nem se transmite a uma máquina, ainda que seja fruto de machine learning ou detentora de inteligência artificial. Na realidade, queremos mesmo automatizar a humanidade? Rotinar ao extremo processos e procedimentos? Deixar as decisões para autómatos e máquinas “inteligentes”? Onde cabe o imprevisto? A emoção humana transposta para essa realidade? Fala-se constantemente da complementaridade homem máquina, que eventualmente se revelará mais frutífera num futuro muito breve, no entanto, a extrematização e a artificialização de toda a realidade humana do ser, por certo, sem a orientação devida e a concretização ética e responsável consistente, resultará num exercício catastrófico e por demais destrutivo. Apoquentem-se pois, as gentes, no seu mais profundo pensamento emocionalmente racional e racionalmente emocional. O trunfo da humanidade recai na capacidade de ainda encontrar o lado doce da robotização humana. Um estádio abstracto e não totalmente clarividente. Uma passagem para a outra margem, num outro paralelo, num outro lugar.

A Recessão vem aí?

As eleições nos EUA são em 2020, e Trump ainda tem a carta das infraestruturas para jogar. Deste modo, é bem mais provável uma recessão após as eleições do que antes.

O facto de estarmos perante o período mais longo de sempre de expansão económica nos EUA e de existirem algumas “nuvens negras” no horizonte faz com que seja muito tentador prever uma recessão.

De facto, um dos mais conhecidos monitores de ciclo económico, calculado pela Reserva Federal americana, atribui agora uma probabilidade um pouco acima de 30% de se iniciar uma recessão nos próximos 12 meses. E, pelo menos desde a década de 90, sempre que este barómetro chegou aos 30%, iniciou-se um período recessivo, embora nem sempre no horizonte temporal de um ano.

ler mais em jornaleconomico.sapo.pt

Patrícia Gaspar: O fogo posto não é muito expressivo face aos comportamentos negligentes

Patrícia Gaspar está nos quadros da Proteção Civil há 19 anos. Já teve várias funções na estrutura. Agora é 2º Comandante Operacional Nacional. Filha de um contra-almirante, integrou ela própria a Marinha depois de ser ter formado em Relações Internacionais. Foi espia no Serviço de Informações Estratégicas e de Defesa Militar, onde esteve envolvida na autodeterminação de Timor-Leste. Habituada aos bastidores, passou para o foco mediático nos incêndios de 2017, altura em que foi o rosto da Proteção Civil. Uma experiência que “não teve nada de bom”. Mas “houve lições aprendidas”, garante.

ler mais em www.jornaldenegocios.pt

Um Pai do século XXI

Ao longo da minha experiência enquanto pai tenho também aprendido que por vezes são eles que nos educam, por vezes são eles que nos apelam à nossa consciência com a sua gigante e preciosa inocência

Todos nós já sentimos que a vida não espera por nós. Somos uns meros atores e personagens que construímos e desconstruímos ideias, sonhos e objetivos na nossa própria vida. Mas enquanto pais, estamos perante um dos maiores desafios da humanidade, para a sociedade em que estamos inseridos, mas também para nós próprios.
ler mais em observador.pt

To Boldly and Safely Go

On July 20, 1969, Mark Shelhamer watched the televised broadcast of the Apollo astronauts landing on the moon along with 600 million other folks on Earth—including his mother, who worried Neil Armstrong would take his famous leap only to sink into the moon, buried by lunar dust. Shelhamer was 10 years old, full of excitement and awe—and with exactly zero concern for any harm to Armstrong or his fellow Apollo crew members.

Fifty years later, there is arguably more momentum for human space travel than at any time since that day in 1969. NASA has pledged to send astronauts back to the moon by 2024—not just to visit, but to create a permanent human settlement and a launch pad to Mars in 2033. Commercial companies Virgin Galactic and Blue Origin plan to hurtle civilians into suborbital space for a glimpse of Earth and a taste of zero gravity by year-end. And in March, a SpaceX spacecraft completed a successful test mission, making it likely the company will begin shuttling American astronauts to the International Space Station this summer. In the entire history of human spaceflight, only 571 people have been to space, and only 12 have stepped on another planetary body. That number is about to grow exponentially.

read more in hub.jhu.edu

Why Are We Still Looking for Oil and Gas?

In choosing leaders, our test should be: Will they increase or decrease the extraction of fossil fuels?

If an artist were to choose colors for portraits of public officials to represent their records on climate change, one color would suffice for Donald Trump: charcoal black. How better to capture the president’s efforts to increase the extraction of coal, oil and gas at a time when emissions from these fuels are likely to expose tens of millions of people to life-threatening heat waves, coastal flooding, severe storms and water shortages.

read more in www.nytimes.com

Uma das perguntas humanas mais antigas poderá ser respondida no nosso tempo de vida: Estamos Sós?

Com base nos planetas ligeiramente maiores descobertos até à data, os astrónomos calcularam recentemente que mais de um quinto das estrelas semelhantes ao Sol albergam planetas habitáveis semelhantes à Terra.

Um sinal electrónico é emitido pelo Laboratório de Propulsão a Jacto (JPL) da NASA, em Pasadena, no estado da Califórnia, e viaja até um veículo robótico fixado na parte inferior de uma placa de gelo com 30 centímetros de espessura num lago do Alasca. O foco começa a brilhar. “Funcionou!”, exclama John Leichty, um jovem engenheiro do JPL agachado numa tenda ali perto, montada sobre o lago de gelo. Pode não parecer uma proeza tecnológica, mas talvez seja o primeiro pequeno passo rumo à exploração de uma lua distante.

ler mais em nationalgeographic.sapo.pt

O Futuro do Trabalho chegou. Está preparado?

O Porto volta a acolher o Labour2030, uma discussão mundial sobre o futuro do trabalho e das relações laborais, nos dias 19 e 20 de Setembro. São esperados mais de 150 oradores e 500 participantes, oriundos de 30 países, na Alfândega do Porto. 

ler mais em hrportugal.pt

Será a Inteligência Artificial livre de Preconceitos de Género?

A Inteligência Artificial veio para ficar. De forma tão vertiginosamente rápida que, a nível mundial, nos últimos dois anos, muitas organizações tiveram de fazer uma profunda revisão da sua estratégia. Um estudo da EY, em 2017, indicava que 74% dos CEO’s participantes não tinham a automatização de processos num horizonte de curto prazo… Os resultados de 2018 revelam que 73% já adotaram, ou estão em vias de introduzir, Inteligência Artificial nas suas organizações.

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