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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Desinteresse Igual

26.11.18 | Cuca Margoux

A fantasia das relações perfeitas, inibe o julgamento realista de uma observação mais atenta a todas as dinâmicas relacionais. O mundo fustiga a premissa de beleza intemporal de uma relação imaculada, ainda assim fictícia. A mentira da igualdade no sentimento sobrepõe-se ao contexto factual de uma realidade, que apenas se concentra na inibição da eterna e amargurada solidão. As circunstâncias proporcionam-se e as oportunidades revelam experiências deveras curiosas. Os ajustes consequentes determinam a vivência relacional, dependendo das crenças e das fases trilhadas. Assim, um comportamento repulsivo no passado revela-se, agora, ajustável e mais realizável. O que era, deixa de ser. O agora determina o sim ou o não. As relações não evoluem. Mudam. E ajustam-se ou morrem. É possível conciliar e comparar experiências relacionais e concluir da efectiva diferenciação humana, comprovadamente, manifesto das influências diversas que constroem e fomentam personalidades bem diversificadas. O engano é recorrente. O jogo relacional permite dualidades imperceptíveis e a entrega, ou não, a uma ficção manipulada, depende da estrutura racional e emocional de cada interveniente. Assim, numa sequência lógica, o desinteresse igual abunda, mas a constância de um sentimento de pertença e de uma aprovação social mais concisa e notória, canalizam de forma mais ou menos positiva, os momentos temporários de relacionamento volátil e traduzem-se numa demonstração aparente de afecto, sob a sigla do assustador e suposto Amor, que ninguém define verdadeiramente, porque se caracteriza por um conjunto de sensações, sentimentos, estares, sentires e comportamentos desconcertantes, impulsivos e imprevisíveis. Podemos pois ter esperança relacional? Cabe a cada qual analisar a sua relação emocional, de forma abstracta e verdadeira, por forma a concluir sobre a essência positiva de um futuro a dois.

Desenvolver Competências numa Sociedade 5.0

26.11.18 | Cuca Margoux

Num mundo em que todos os dias há algo novo para descobrir, é fácil deixarmo-nos deslumbrar pelas novas tecnologias e nem sempre paramos para pensar como é que podemos tirar o maior proveito das mesmas.

Durante a Quarta Revolução Industrial, também conhecida por Indústria 4.0, o foco esteve na tecnologia em si mesma e não nas pessoas.

O termo Indústria 4.0 teve origem num projeto estratégico de alta tecnologia do Governo Alemão, que pretendia promover a informatização da manufatura, e foi usado pela primeira vez em 2012, na Feira de Hannover.

A Industria 4.0 corporizou a maior revolução tecnológica na história da humanidade, surgindo aqui um gap entre o avanço tecnológico e a capacidade do Homem explorar a tecnologia que criava. Nas palavras de Albert Einstein, a nossa tecnologia superou a nossa humanidade.

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Da Capacidade ao Potencial

26.11.18 | Cuca Margoux

Ao longos dos tempos, as pessoas têm sido, na maior parte dos casos, recrutadas, remuneradas, formadas e avaliadas por aquilo que fazem ou pelo que deviam fazer. Ou seja, todas a atividades de gestão de pessoas têm-se centrado na função. No desenho da função, na preparação para a função, no enriquecimento das tarefas, nas condições de trabalho da função exercida, na remuneração e na avaliação do desempenho da mesma.

A evolução do entendimento que a principal vantagem competitiva das organizações está no conhecimento e, consequentemente no capital humano resultante de se reterem ativos que tenham cada vez mais qualificações e competências, tem feito crescer a tendência para que a gestão de pessoas evolua para uma visão que abrange não somente a função que cada um desempenha, mas também aquilo que cada pessoa pode vir a desempenhar no futuro, ou seja, o seu potencial.

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Transformação, Competências e Aprendizagem: Como preparar o Futuro?

26.11.18 | Cuca Margoux

A CEGOC integra o Grupo CEGOS, organização líder internacional nas áreas de formação e desenvolvimento, com 93 anos de experiência e presença ativa no setor da formação e desenvolvimento em mais de 50 países. No passado mês de junho, a CEGOS divulgou os resultados do estudo europeu que contou com a participação de 2227 colaboradores e 316 diretores de Recursos Humanos e Formação.

O estudo teve como principal objetivo identificar os impactos dos desenvolvimentos tecnológicos na função de Recursos Humanos, quais as competências que colaboradores e gestores consideram como críticas para o futuro e qual o papel da formação e da aprendizagem na preparação e transformação das organizações.

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The Best Gift Ideas for Travelers

26.11.18 | Cuca Margoux

Share has become a go-to word for travelers. We’ve always shared our vacation photos, videos, and stories, but we’re also increasingly sharing our homes, our cars, and our dinner tables, thanks to companies like Airbnb. Human connection is often one of the most rewarding experiences of being in a new place. It's an indescribable feeling to find just as much warmth with a stranger as you have with your loved ones at home.

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Pico, São Jorge e Faial: os Trilhos a Pé mais bonitos

26.11.18 | Cuca Margoux

Sobre as maravilhas dos Açores já quase tudo foi dito ou escrito, afinal, o arquipélago tem sido, nestes últimos anos, distinguido pelos mais diversas entidades como um destino de eleição mundial a nível do turismo de natureza, paisagístico ou sustentável.

Todas essas palavras pecam, no entanto, por defeito, mal se põem o pé neste território moldado pela força do fogo a meio do oceano Atlântico. Para apreender os Açores é preciso tempo e vontade, pelo que a melhor forma de partir à descoberta destas ilhas é mesmo a pé, como antigamente, calcorreando os inúmeros e imensos trilhos que as cruzam de cima a baixo. Caminhos ancestrais entretanto transformados em pequenas e grandes rotas pedestres, que atraem, também eles, cada vez mais visitantes, vindos um pouco de todo o mundo, em busca dessa ligação telúrica, experiência espiritual ou simples desafio físico – ou talvez um pouco disto tudo, cada um sabe de si.

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É assim que se Viaja em Primeira Classe nas 10 Cabines Mais Luxuosas

26.11.18 | Cuca Margoux

A experiência de viajar de avião está a evoluir de forma impressionante: da tecnologia a bordo que está disponível para cada passageiro se entreter ao conforto proporcionado.

Depois há a Primeira Classe e não é para todas as carteiras: mais espaço e privacidade, um serviço da tripulação ainda mais atencioso, bar à disposição, refeições criadas por chefs com estrelas Michelin

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Keeping Cool under Pressure

26.11.18 | Cuca Margoux

Refrigerated transportation and storage is one of those specialized industrial sectors in which new approaches to strategy and operational excellence can make a huge difference. It’s also an enabler of civilization that nobody notices much – unless they have to live without it. Over the last 20 years, the temperature-controlled logistics sector, as it’s officially called, has quietly but dramatically changed, thanks to three simultaneous global trends. The first is the broadening of nutritional awareness, as people around the world become more accustomed to eating fresh meats, fruits, vegetables, dairy products, and other perishables every day. The second has to do with lengthening food transportation distance. More and more consumers eat food that was sourced thousands of miles away. The third is the changing natural environment. Climate change and pollution, as they affect local agricultural and water supplies, are making society more reliant on diverse sources of fresh food and drink.

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11 Tips to Transform Your Morning Routine and Make Your Entire Day More Productive

26.11.18 | Cuca Margoux

I don’t know anyone who couldn’t use a little boost in their energy and self-control.

Researchers at the University of Nottingham recently published findings from their exploration of 83 separate studies on energy and self-control. What they found will change the way you start your day.

The researchers found that self-control and energy are not only intricately linked but also finite, daily resources that tire much like a muscle. Even though we don’t always realize it, as the day goes on, we have increased difficulty exerting self-control and focusing on our work. As self-control wears out, we feel tired and find tasks to be more difficult and our mood sours.

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