Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Vivências Mediáticas

Improviso de insatisfação,

Segurança inalcançável,

Virtual realização,

Estampada caricatura renegável.

 

Vidas espirituosas,

Fantasias faustosas e prematuras,

Permissivas aventuras desmedidas,

Fugaz fartura, na ilusão das alturas.

 

Corridas contra o tempo,

O corpo sofre calado,

A idade aperta a alma triste,

Sobranceira falácia, num leito de casado.

 

Abismos infinitos,

Copofonia de cacos estridentes,

Rodas vivas de morte anunciada,

Tempo limitado, de sorriso fictício, entrementes.

 

Luzes da ribalta,

Contramão farta,

Delírios momentâneos,

Flashes inusitados, recheados de falsidade que mata.

 

Saltos altos e agulhas,

Ventos invisíveis, furacões da desgraça,

Cantoria monótona e banal,

Numa história contada, sem a mínima graça.

 

Mediatismo que assusta,

Telenovela que sobrevive,

Mentes vazias e perdidas,

Num êxtase ficcional que provoca a queda e não vive.

 

Ouvidos moucos,

Boca zipada,

Sentidos ausentes,

Profana vida de pecado mortal anunciada.

 

Entregam-se os pontos,

Dão-se as laçadas finais,

Move-se o destino fatal,

A esperança subsiste noutros mundos, noutros cais.

Happy New Year? The Economic Outlook for 2017 is Likely To Be Tough

Economic projections are fallible. You don’t need to tell me. The robust pace of GDP growth since the Brexit vote in June has been much cited as further vindication of scepticism of the “experts”. I wouldn’t be so sure. Placidity on the surface is disguising serious structural weaknesses in the UK economy. These will impede advances in living standards in 2017.

by Oliver Kamm, read more in www.thetimes.co.uk/edition/business

5 Tips to Raise Creative Children

We need to redefine how we measure intelligence in children to focus more on creativity, says Scott Barry Kaufman, Ph.D., the scientific director of the Imagination Institute and a researcher at the University of Pennsylvania’s Positive Psychology Center. Standardized tests and the ability to regurgitate memorized information aren’t necessarily the best ways to measure intelligence. “Understanding a person’s test score is not understanding a person,” he said at IPEN’s Festival of Positive Education.

by Jamie Friedlander, read more in www.success.com/article

Gestão de Talento – Compreender e Motivar a Nova Geração

Como garantir que os nossos melhores profissionais escolhem ficar a trabalhar na nossa organização por mais tempo e de forma empenhada? Como lidar com esta nova geração que enquadra a sua componente profissional num todo mais abrangente, nomeadamente no que toca ao âmbito familiar, ao conceito ampliado de qualidade de vida e mesmo em termos de desenvolvimento pessoal?

ler mais em inforh.pt

O Trabalho Depois dos 40 - Mitos a Abater

Mudar de emprego depois dos quarenta anos continua a ser uma decisão que acarreta muitas dúvidas à maioria dos profissionais. Na verdade, trata-se de um receio infundado, até porque,aos quarenta anos ainda nem se chegou a metade da carreira profissional. Exactamente! A idade da reforma só chegará, pelo menos, vinte e seis anos depois.

por Ricardo Gonçalves, ler mais em visao.sapo.pt/opiniao

6 Ways to Screen Job Candidates for Strategic Thinking

Every organization needs strategic thinkers. In a 2013 Management Research Group survey, when executives were asked to select the leadership behaviors that were most critical to their organization’s future success, 97% of the time they chose being strategic.

This is because people who are able to think strategically add value in four ways. First, by being forward-looking, they help ensure that an organization is fully prepared for a difficult-to-predict future. Second, their big-picture perspective helps a firm avoid major problems and conflicts by connecting the dots and seeing the interrelationships between business elements. Third, their external focus keeps everyone aware of emerging trends in the economy and the industry. And fourth, they have a global perspective.

read more in hbr.org

Quais Foram as Marcas Mais Populares na Blogosfera Portuguesa em 2016?

As marcas de vestuário lideram as referências na blogosfera portuguesa com mais de 22 mil num total de mais de 64 mil referências a 100 marcas. Saiba quais foram as marcas mais populares na blogosfera ao longo deste ano num estudo conduzido através de uma parceria entre a consultora Guess What e a plataforma Blogs Portugal. O top 3 geral é composto exclusivamente por marcas da categoria de vestuário, sendo liderado pela Zara (6.952 referências), seguida da Primark (3.556) e da H&M (2.946). A primeira marca de outra categoria surge nas telecomunicações, tecnologia e electrodomésticos com a Samsung (2.662) e com a Fnac, na mesma categoria, a fechar o top 5.

ler mais em www.meiosepublicidade.pt

A Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção nos Adultos - Impacto Profissional

Os últimos 20 anos de investigação têm-nos vindo a mostrar que em quase metade dos casos, a PHDA persiste na idade adulta, ainda que com uma manifestação inevitavelmente diferente daquilo que são os seus sintomas em termos comportamentais (o que é visível ao outro).

Cada vez mais, em diversos contextos e de diferentes formas, ouvimos falar sobre a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA). Quase sempre, reflete-se sobre este tema como se ele fosse exclusivo da infância e da adolescência, e esta ideia está muito longe de corresponder à realidade. Os últimos 20 anos de investigação têm-nos vindo a mostrar que em quase metade dos casos, a PHDA persiste na idade adulta, ainda que com uma manifestação inevitavelmente diferente daquilo que são os seus sintomas em termos comportamentais (o que é visível ao outro). Para além destes casos, temos ainda os adultos que não foram identificados em idades precoces e que na vida adulta pedem ajuda. Muitas das vezes, este pedido de ajuda relaciona-se com dificuldades associadas a outras problemáticas (e.g. a ansiedade, a depressão, o uso de substâncias), mas no final da história bem contada podemos estar perante um adulto com uma PHDA – eles são perto de 3% da população geral.

ler mais em lifestyle.sapo.pt/saude/saude-e-medicina/artigos

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub