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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Sonho

O ritmo abranda exponencialmente, os espasmos musculares desconcertam o manancial envolvente e há toda uma sequencialização determinada e determinante, uma ordem natural expectável que acontece automaticamente. O despertar fecha e os olhos vislumbram um céu de breu, fechados no seu próprio universo restrito, num vasto horizonte escuro e num cenário ficcional, ponteado aqui e ali por ilusões ópticas passageiras e luminosidade momentânea. A profundidade da mente descortina um novo mundo, de entrada passível com solavancos emocionais regressivos e desconcertantes, para alguns. O medo do adormecer invade, muitas vezes, os anseios nocturnos e os seres desprovidos de defesas protectoras despertam, ainda mais, os sentidos, num retrocesso insano e desequilibrado. Há quem, no entanto, se deixe levar pelos insondáveis mistérios do corpo e da mente, e entre num paralelismo irreal que desconstrói vivências, experiências e desejos, reprimidos ou não, tudo aquilo a que chamamos “sonho” e que acontece inesperada e inexplicavelmente, a dormir. O mundo dos sonhos. O que é, então, o sonho? Curiosos e académicos desvendam, regularmente, há já algumas centenas de ciclos sociais, estudos, mais ou menos científicos, que pretendem elaborar teorias ou, simplesmente, explicações possíveis, sobre esse estado lateralizado tão presente e, ao mesmo tempo, tão distante da realidade desvirtual quotidiana. O sonho comanda a vida, alguém dizia. O sonho é vida. O sonho é vontade. O sonho é fuga, escape, história. O sonho é dor, alegria, cor, magia, fantasia. O sonho é aquilo que nós quisermos que seja. Os nossos estares e sentires, as nossas emoções, a nossa imaginação. A sublime preciosidade temporária que nos permite viajar no tempo e no espaço, sem nunca morrer, mesmo quando ao sonharmos, sonhamos com a morte e a experimentamos ao de leve. Tudo é possível a sonhar. Tudo é possível numa estratosfera positivista que abarca um conhecimento extraordinário, tantas vezes, desconhecido na rotina ligeira do dia-a-dia. Acreditemos que esta realidade que criamos, todas as vezes que sonhamos, nos vai regrando os sentidos e encaminhando o cérebro pensante para algo maior e melhor, sanando feridas e mágoas, tristezas e agruras, estabilizando e equilibrando a sanidade mental crucial para a eficaz e eficiente prossecução dos nossos objectivos, estratégias e, claro, sonhos reais.

The CEO as Activist

Duke professor Aaron Chatterji believes business leaders have social and political responsibilities they can’t afford to neglect.

When news breaks, people expect public figures to respond. Company leaders are now often included in this category, as social media connects them with their customers in unprecedented ways. What’s a CEO to do? How much does a chief executive risk by speaking up about social or political controversy — or is staying silent a worse offense? These questions loom particularly large during a U.S. election cycle that has raised the profile of many polarizing issues.

read more in www.strategy-business.com/article

European Hotel Design Awards

O Vila Monte Farm House e o Atelier Vera Iachia foram premiados nos European Hotel Design Awards, na categoria “Renovação e Restauro”, numa iniciativa organizada pela Sleeper Magazine e que decorreu no Park Plaza Westminster Bridge, em Londres.

Este prémio internacional reuniu um júri constituído por várias personalidades e empresas do sector, em especial nas áreas de arquitetura, decoração e tecnologia, que avaliaram diferentes projetos hoteleiros, reconhecendo trabalhos de excelência na reabilitação, arquitetura, design, criatividade e inovação.

ler mais em viagenseresorts.pt

As Organizações Têm Dificuldade em Oferecer Experiências Digitais

Esta pesquisa, que analisou a opinião de mais de 700 executivos em 14 países, reflecte os enormes desafios com os quais as empresas estão a deparar-se, como o facto de as expectativas dos consumidores serem cada vez mais voláteis e estarem a mudar muito rapidamente.

Apesar de 52% dos inquiridos considerarem que estão à frente dos seus concorrentes nas experiências digitais que oferecem aos consumidores, apenas 7% acreditam estar a superar as expectativas dos seus clientes. 67% realçam que responde às mesmas, mas não as superam.

ler mais em hrportugal.pt

Simplificar a Complexidade

É um orador nato, presença marcante em Ted Talks, graças ao trabalho que tem vindo a desenvolver em prol da simplificação da gestão empresarial. Yves Morieux esteve em Portugal, a convite da L’Oréal, para explicar o que falta às empresas para melhorarem a produtividade.

ler mais em executivedigest.pt

Prémios Lusófonos da Criatividade

Ricardo Pereira, CEO da comOn, Catarina Barradas, diretora de marketing da FOX, Miguel Varela, CEO da Garage, Nuno Presa Cardoso, partner e diretor criativo da NOSSA, e Paulo Padrão, COO do ECO, vão ter a palavra na entrega dos Prémios Lusófonos da Criatividade relativos ao biénio 2016/2017. "O futuro do Branded Content" será o tema da conferência.
No próximo dia 14 de dezembro, o The Hood, da comOn, acolhe a entrega dos Prémios Lusófonos, num evento de entrada gratuita, para o qual é preciso garantir a inscrição até 24 horas antes da cerimónia.

O CEO da comOn terá a responsabilidade de moderar o debate, onde os já referidos profissionais desempenham o papel de oradores na conferência subordinada ao tema "O futuro do Branded Content".

ler mais em www.briefing.pt/criatividade




Don’t Let Power Corrupt You

In the behavioral research I’ve conducted over the past 20 years, I’ve uncovered a disturbing pattern: While people usually gain power through traits and actions that advance the interests of others, such as empathy, collaboration, openness, fairness, and sharing; when they start to feel powerful or enjoy a position of privilege, those qualities begin to fade. The powerful are more likely than other people to engage in rude, selfish, and unethical behavior. The 19th-century historian and politician Lord Acton got it right: Power doestend to corrupt.

by Dacher Keltner, read more in hbr.org

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