Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Uma Outra Vida

O desejo de um passado inóspito e desconhecido recente, influenciado pelos antigos astronautas da Terra ou da Lua ou de Marte ou, simplesmente, dos Céus, transporta o sonho humano muito além da realidade virtual que nos é vendida efusiva e patologicamente, há centenas de anos terrestres, desviando-nos assim as atenções das mitológicas lendas ancestrais que invadem o sonho e a fantasia do folclore emblemático, enraizado na cultura ficcional de neurónios pensantes sabedores. Estaremos sós neste imenso universo opaco? Seremos os únicos civilizacionalmente avançados (ou não), nestes tempos de progresso tecnológico extraordinário e de viagens fenomenais, para além do desconhecido conhecido ou por conhecer, deambulando erroneamente, numa pista galáctica escondida na periferia da estação espacial? Cientistas e estudiosos reflectem sobre a determinante temática inconquistada, há já muitas gerações de iluminadas luas, no entanto, é plausível que o comum mortal leigo, menos iluminado e elucidado talvez, também matute sobre os assuntos que fazem mover misteriosamente os mundos paralelos ao nosso. Influências extra-terrenas siderais, quem sabe? Atomicismos moleculares desconectados? Infiltrações mentais obtusas, dignas de ficção científica rasca e questões seculares pertinentes e angustiantes, ainda sem resposta fidedigna, ou simplesmente o pequeno e humilde (ou não) génio humano em acção atemporal, lutando contra a ignorância e a inocência do cumprimento e da satisfação das necessidades puramente básicas, num ir mais além imprevisível e surpreendente? Disfunções cognitivas? Buracos negros cerebrais? Memórias de outros patamares existencialistas? Incógnitas variáveis e variáveis distorcidas? O mundo é demasiado grande. Dizem. O universo, supostamente conhecido (ou por conhecer), ainda mais. Dizem. O que constatamos nós? O que nos dizem. Como o comprovamos? Acreditando, confiando. A verdade é o que nos quiserem dar a conhecer. Os segredos universais fechados estanquemente, sob pena de avarias caóticas auto-destrutivas sociais e civilizacionais, impedem uma progressão autónoma e independente sobre o questionamento enigmático, associado às grandes conquistas antropológicas e arqueológicas. A vida do corpo é demasiado insignificante e minimalista, frágil, num todo globalizante, para podermos acredita que o fim do agora, é a linha do horizonte. As vidas dos outros, algures, esperam por nós. Têm de esperar. Somos observados e escrutinados. Ou somos nós que observamos e escrutinamos, no imediato, alive? Seremos suficientemente inteligentes para ultrapassar a humildade infantil dos nossos estares rotineiros e seguros, feitos de simplicidade factual e comportamental, e das nossas preocupações terrenas? Onde está o espírito crítico construtivo, a curiosidade, o verdadeiro empreendedorismo planetário, a busca por algo maior e melhor para todos individualizada? Um longuíssimo caminho árduo foi percorrido dolorosamente, com muitos avanços, mas, também, muitos retrocessos, no entanto, continuaremos, determinados, quer-se crer, nesta senda sistémica cósmica para um novo reencontrar, num espaço perdido e esquecido, de um novo ninho, uma nova morada, uma nova vida.

A Voz de Um Millennial

Nunca até à data se tinha falado tanto dos choques geracionais ou do impacto das novas gerações nas organizações, dando um especial destaque à geração Y ou os denominados de millennials – nascidos entre 1980 e 1995, delimitação etária da geração Y. As restantes gerações opinam sobre o que os millennials querem, como agem, o que valorizam e até como se vestem, porém a “voz” da geração Y parece estar perdida num misto de opiniões de outras gerações e inquéritos realizados. O ideal seria dar lugar às diversas “vozes” dos millennials e ouvir realmente o que procuram no mercado de trabalho. As dificuldades em liderar e motivar a geração Y trazem-nos a questão central dos dias de hoje: o que é que os millennials realmente valorizam e procuram no mercado de trabalho?

ler mais em www.rhonline.pt

TiBE 2016 | Tropical Biodiversity - Porto

O TiBE, Trends in Biodiversity and Evolution (Tendências da Biodiversidade e Evolução), é um encontro anual organizado pela CIBIO-InBIO, que visa reunir pesquisadores seniores, pós-graduados e licenciados que trabalham no campo da biologia evolutiva para apresentar e discutir descobertas de ponta em tópicos relevantes relacionados com a especiação, evolução molecular, genómica comparativa, pesquisa em genética de populações e conservação, entre outros.

ler mais em www.visitporto.travel

Sé Catedral de Castelo Branco

A Igreja de S. Miguel, que é a bela Catedral de Castelo Branco, provavelmente remonta ao século XIII ou XIV.

Mas sofreu inúmeros danos no último quartel do século XVII. Faltando os meios para edificar uma obra monumental, foi D. Martim Afonso de Melo, Bispo da Guarda, que a reconstruiu no último quartel do século XVII, suportando a maior parte da despesa em sua reconstrução. A fachada quase não tem ornamentos.

ler mais em www.visitcentrodeportugal.com.pt

Os Perigos da "Marmita"

Investigadores da Faculdade de Medicina no Porto destacam riscos na utilização de embalagens em plástico para conservar alimentos e no uso de químicos na agricultura. Mas recusam alarmismo.

ler mais em www.superinteressante.pt

The Dawning of a Conscious Consumer

A while back, while shopping for clothes, I almost purchased T-shirts that were (most likely) made by slaves. The only thing that stopped me was remembering this video, which popped up while I was scrolling through my social media newsfeed. The video shifted my self-centered perspective, and I realized that what constitutes a good deal for me is, most likely, a bad deal for someone else.

by Susan Cramm, read more in www.strategy-business.com

Portugueses Dormem Mal

Quase dois terços dos portugueses dormem mal e muitos apresentam níveis de sonolência preocupantes durante o dia. As conclusões são de um estudo da Proteste, avançado pela agência Lusa. O inquérito contou com a participação de 1.106 portugueses, dos 18 aos 74 anos, e revela que mais de um terço dos inquiridos refere ter más noites. Quase o dobro diz ter problemas de sono. No total, 63% dos inquiridos dorme mal e 41% tem excesso de sonolência diurna, o que afeta a produtividade e aumenta o risco de acidentes no trabalho e ao volante.

ler mais em www.paisefilhos.pt

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub