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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Pensamento no Abstracto

Em dia amanhecido torto,

A névoa distante aparta direito,

Por ruas e vielas pintadas de nada,

Grafitis ausentes espreitam, no passar do estreito.

 

Quadrados milimétricos,

Simetrias obsoletas,

O descanso do guerreiro presente é frágil,

Na dimensão paralela, as tintas coram violetas.

 

Tamanha algazarra ocorre,

Vira-se a esquina disfarçada e aumenta,

O pensamento imperativo descai,

A campânula discreta está fechada no morro e tenta.

 

Homens e mulheres se vestem,

De outras vidas fogem,

Espelham segredos incómodos,

Contornam as verdades nocivas e correm.

 

O abstracto subsiste,

Esquece a realidade cusca dobrada,

Viaja no espaço da mente,

Abandona as quedas e vangloria as aberrações, pela estrada.

 

Faminto e sedento de bem,

Consumismo imediato irreflectido,

Ausência extrema comovente,

Natalidade castradora redefine o ser contido.

 

Voto na matéria purista,

Venda de sonhos atrasados,

Encimar e memorizar profecias,

Vaticinar a servidão declinada dos males votados.

 

Lamenta o agora,

Arquivou o passado,

Foge do futuro,

O pensamento no abstracto, está embriagado.

Cidades Mais Caras do Mundo

A cidade mais cara do mundo para se viver não é europeia, mas é uma das mais cosmopolitas do mundo. Falamos de Nova Iorque, a Big Apple. Seguem-se Zurique e Genebra.

Com mais ou menos habitantes, maiores ou menores, com mais ou menos glamour, menos ou mais conhecidas, a verdade é que existem, em diversas partes do mundo, cidades que têm custos de vida bastante elevados. Um estudo levado a cabo pelo grupo financeiro suíço UBS, entre o final de março e o final de abril de 2015, e que visou 71 cidades do mundo, concluiu que Nova Iorque é a cidade mais cara do mundo para se viver, seguida de Zurique e Genebra.

ler mais em www.revistafrontline.com/analise

 

A Revolução dos Organoides

Estas estruturas vivas, obtidas de células estaminais, apresentam a mesma organização e funcionamento de um órgão, o que irá permitir testar fármacos e tratamentos e, no futuro, produzir tecidos.

Quando, em 1818, Mary Shelley publicou Frankenstein ou O Moderno Prometeu, a sua imaginação não conseguiu alcançar o que, quase dois séculos depois, a ciência já conquistou em laboratório. A invenção dos chamados "organoides" é, sem dúvida, um dos avanços recentes mais notáveis e representa, salvaguardando as devidas distâncias, mais um passo rumo a esse conceito de homem artificial que Victor Frankenstein almejava na obra de ficção. Neste caso, a ideia consiste em recriar o funcionamento de diferentes orgãos com recurso a tecidos extraídos de células estaminais que se comportam como a verdadeira víscera. Segundo a investigadora Núria Montserrat, "atualmente, a principal utilização é permitir testar fármacos que evitem a progressão de doenças, e compreender como se desenvolvem os nossos tecidos e órgãos".

ler mais em www.superinteressante.pt

A Pulsação do Planeta

A paisagem que se avistava da janela já era suficientemente negativa. À medida que o avião sobrevoava as florestas de sequóias gigantes da Califórnia, onde sobrevivem algumas das árvores mais altas do mundo, Greg Asner podia observar os danos causados pelos quatro anos de seca que se abatera sobre o estado. “Tudo parecia pavorosamente seco lá em baixo”, comentou. Ao desviar o olhar da janela, concentrou-se no monitor de vídeo do seu laboratório voador. O cenário tornou-se ainda mais alarmante: havia locais onde a floresta assumia tons vermelhos vivos. “Mostrava níveis chocantes de stress”, afirmou.

por Peter Miller, ler mais em nationalgeographic.sapo.pt/ciencia

With Thanks in the Brain - What Happens in Your Brain When You Experience Gratitude?

‘Tis the season to be thankful—but what happens in our brains when we experience gratitude?

In a study published last year in Frontiers in Psychology, Glenn R. Fox, Jonas Kaplan, Hanna Damasio and Antonio Damasio, from the University of Southern California, Los Angeles, set out to determine the neural correlates of gratitude, using functional magnetic resonance imaging (fMRI).

A substantial problem the team had to solve before imaging the brains of any experimental participants was the following: to engineer a situation that would engender feelings of gratitude in a laboratory environment.  

by Susana Martinez-Conde, read more in blogs.scientificamerican.com

A Fine Line - Is it Time to Reconsider the Dead-Donor Rule?

He was in the middle of a court case when he clutched his head and collapsed. Massive cerebral hemorrhage. The 45-year-old lawyer was rushed to Boston’s Brigham and Women’s Hospital.

To the physicians in the intensive care unit, it became clear that the patient had an irrecoverable brain injury; he would never wake up. After six days, his wife and two teenage children made the heartbreaking decision to withdraw life support. At least, they thought, they would be able to honor their husband’s and father’s wish to be an organ donor. 

It wasn’t, however, so straightforward.

by Stephanie Dutchen, read more in magazine.hms.harvard.edu/ethics

Nova Técnica de Fertilização

Investigadores americanos descobriram que é possível regenerar ovócitos (o início celular de um embrião), através da utilização de material genético que habitualmente não é utilizado: os corpos polares. Estas pequenas células formam-se fora do ovócito, mas contêm o mesmo material genético que o núcleo do ovócito da mulher. Até agora, nunca se tinha demonstrado que os corpos polares poderiam ser úteis para produzir óvulos humanos funcionais para tratamentos de fertilidade.

ler mais em www.paisefilhos.pt

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