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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Nós e Outrem

Amanheceu o despropósito,

Quedado na mudez matinal,

Súplica no promontório,

Desolação de escândalo divinal.

 

Vocação aparecida,

Do nada crescemos desmedidos,

Outros olhos nos seguem,

Estupidamente perdidos.

 

Agrado ou desprazer,

Visão ou tortura envolta,

Cabe nos entrementes neurais,

A roda cíclica, que das flores belas brota.

 

O desagrado aprova,

O que se faz e o que se diz,

Regras ditadas por outrem,

Numa iluminura frívola no bosque, além.

 

Em conjunto, em uníssono,

O nós de outrem,

O passado presente vive,

No futuro que, quem não sabe, aí vem.

 

Roda a roda,

Roda a vida,

Infinita transgressão solta,

Nas pedras da calçada retratada e desmedida.

 

Queremos, sofremos,

Vivemos, morremos,

Subimos aos céus e descemos à terra,

Devolvemos memórias, desfalecemos.

 

Abrem-se os contos,

As histórias inventam-se,

Todos nos inebriam,

Quando na senda do destino alentam-se.

How to Bring Back Manufacturing Jobs

America has a long-running crisis in manufacturing employment. Quite simply, year after year, the number of people employed in making things declines — the figure is down by nearly 5 million since 1996. And in election years like this one, it is common to hear politicians talk about how they will bring manufacturing jobs back.

Across the board — on both sides of the aisle, in every part of the country — there is an overwhelming desire to have more manufacturing jobs. This is partly due to nostalgia and symbolism. But it’s also driven largely by economics: Generally speaking, the manufacturing jobs that have been lost (and that remain) offer better pay, benefits, and job security than the service jobs that have replaced them. What’s more, manufacturing has a big multiplier effect — when you build machines at a factory, it calls an array of suppliers and service providers into action. Thanks to the power of manufacturing’s economic impact, states and cities are often willing to offer significant financial incentives to companies that are willing to open plants.

by Daniel Gross, read more in www.strategy-business.com

Simbologia dos Percursos Pedestres Homologados

A sinalética utilizada no território português para balizar percursos pedestres de Grande ou Pequena Rota, são as indicadas abaixo, não são marcas internacionais mas sim internacionalmente reconhecidas e aceites. O que existe são semelhanças entre as marcas utilizadas pelos países da Europa do sul, como é o caso da Espanha, França entre outros.

As marcas encontram-se registadas pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), com os números de registo 376397 e 376398.
Qualquer uso abusivo e/ou não autorizado pela FCMP, por sujeitos colectivos e/ou individuais, serão aplicadas as normas e a legislação em vigor.

ler mais em www.fcmportugal.com

Conheça o Perfil dos Trabalhadores Temporários

A Michael Page fez um estudo a nível global para perceber as características fundamentais dos trabalhadores em regime de Trabalho Temporário no mundo. 

Uma das conclusões que saltam à vista neste trabalho é o facto de 68% dos trabalhadores temporários, a nível mundial, serem licenciados.

Depois de consultar mais de 4 mil empresários e profissionais em 15 países, a empresa líder em recrutamento e selecção especializada, concluiu também que mais de 8 em cada 10 profissionais (82%) têm, no mínimo, 5 anos de experiência, sendo que, 65% tem 10 anos de carreira.

ler mais em hrportugal.pt

Quem Chega Primeiro a Marte - Boeing ou SpaceX?

Pode não passar de uma manobra de pressão ou de fanfarronice, mas Dennis Muilenburg, CEO da Boeing, acredita que a primeira pessoa a colocar um pé em Marte terá viajado num foguetão da Boeing. A Bloomberg diz que o responsável revelou que a Boeing está a trabalhar no Space Launch System, um sistema que rivaliza com o Interplanetary Transport System, descrito por Elon Musk, da SpaceX, na semana passada.

ler mais em exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia

Longevidade Humana

A conclusão de que a vida das pessoas tem um fim, um limite, não parece espectacular. No entanto, graças ao progresso tecnológico e à melhoria dos cuidados de saúde, a esperança de vida das pessoas tem vindo a aumentar consideravelmente desde o século XIX. Mas, de acordo com uma equipa de cientistas norte-americanos, este indicador estagnou por volta da década de 90. Desde aí que a idade da pessoa mais velha do mundo não aumenta. A equipa de especialistas do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova Iorque (EUA), usou bases de dados demográficos para concluir que o limite máximo da longevidade da nossa espécie foi atingido e fixa-se à volta dos 115 anos.

ler mais em www.publico.pt/ciencia

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