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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Desconstruir a Vida

As falácias que se conjuram para destruir os mitos enganosos sobre o milagre da vida e a felicidade decorrente de um altruísmo expectável e recompensador, caem por terra, a cada nova memória cumulativa que encerra o desperdão de sobrevivência numa floresta desencantada, circundada por papões e maléficas criaturas mitológicas. Não é um sonho, como tantos apregoam. A realidade, dura, nua e crua, demonstra matematicamente que os estados emocionais mais impulsivos e crescentes, descambam em suicídio social e destemperamento fiducialmente cónico e obtuso. Desmembrar, factualmente, os compartimentos mentais icónicos das tais falácias, desvenda que a infância é o mundo da fantasia demasiado rosa (e, apenas, para alguns iluminados), com mais ou menos espinhos, desprotegido, de preferência, pelo surrealismo conceptual de que tudo decorre ou decorrerá naturalmente e que a felicidade real é um istmo alcançável, apesar das flutuações adversas consecutivas e dos tombos, erros ou falhas constantes, ao longo de um percurso ilógico e surpreendentemente constrangedor. A aprendizagem revela-se insuficiente e castradora. O supremo instinto é envolto no mistério desconcertante da ignobilidade volátil da pseudo conquista de um tal lugar ao sol irreal. Nefasta é a viragem, a cada esquina, nas relações superficiais que tentamos aprofundar despropositadamente, na vã esperança de que nos compreendam um dia, aceitando as diferenças, as experiências negativas e as vivências subjugadas. Subterfúgios, são os marasmos esquecidos no subconsciente que inconscientemente desdenha do consciencialismo humano. A espécie falha, a cada novo passo, a cada nova conquista. Afasta-se de si mesma e olvida tudo o que de bom tem. Ou tinha. A vida é mártir. A vida é madrasta. Se for tudo assim tão destrutivo e sem propósito, qual o porquê desta continuidade desesperante e incompreensível? Prolonga-se o sofrimento masoquistamente? Tenta-se alcançar o inalcançável mundo da fantasia demasiado rosa? Em pequeno, há pressa de crescer. Em crescido, há desespero por voltar a ser pequeno. Depois, morre-se. Tudo tem um fim abrupto. Mais cedo ou mais tarde, inevitavelmente. Os contrastes e inconsistências da vida, da espécie encerrada, resultam no desastre diário em que as horas dos dias vão passando, as coisas vão acontecendo, mas nada muda. Tudo piora. O mundo vai morrendo. Então, o que nos faz continuar? O que nos faz não desistir? O que nos move? O que nos engana? O que nos dá motivação e estímulo ilusório? Desconstruir a vida, o sentido da vida, é um misticismo lendário inconsequente, porque os porquês nunca se sabem e os para quês muito menos. Aceite-se o que se conhece e tente-se fazer melhor. Todos os dias. Um pouco mais. Um pouco melhor.

How to Retire at 40

The “4 percent rule” is a bedrock of retirement planning. But does it apply to those who quit working before 65? The rule of thumb holds that retirees who spend only 4 percent of their investment portfolio annually, adjusted for inflation, will be able to stretch out their savings for the rest of their life. For example, a $1 million brokerage account gets you $40,000 a year to spend.

Lately, the 4 percent rule has been under assault, with experts warning that the future could bring weaker market returns, an increased life span, or both. “If you retire at 40 with a couple million dollars, you’re going to worry—about financial emergencies, taxes, inflation, market crashes, and the chance you’ll live a lot longer than you’d planned for,” says Robert Karn, an adviser with Karn Couzens & Associates in Farmington, Conn.

by Ben Steverman, read more in www.bloomberg.com

Teaching Teenagers to Cope With Social Stress

Almost four million American teenagers have just started their freshman year of high school. Can they learn better ways to deal with all that stress and insecurity?

New research suggests they can. Though academic and social pressurescontinue to pile on in high school, teenagers can be taught effective coping skills to skirt the pitfalls of anxiety and depression.

by Jan Hoffman, read more in www.nytimes.com

O Poder da Comunicação Não Verbal para um Líder

Contacto visual, sorrir ou fazer pausas no discurso são apenas alguns exemplos de linguagem corporal que podem influenciar a percepção de um executivo enquanto líder. A comunicação não verbal também se faz ouvir e pode determinar a opinião dos colaboradores relativamente à credibilidade de quem dirige ou gere uma empresa.

ler mais em executivedigest.pt

10 Ways to Play to Your Strengths

Your Action Plan is a monthly to-do list of tips straight from SUCCESS magazine—10 things you can do right now to improve yourself and your life.

This month, focus on the special things that make you who you are—the traits that help you stand out from the rest. Learn to take advantage of the things that make you unique, and apply your strengths where they count.

read more in www.success.com

Portugal Selvagem

Portugal é um país extremamente biodiverso, ao contrário do que normalmente as pessoas pensam. O objetivo deste blog é mostrar isso mesmo, disponibilizando toda a informação necessária para o entendimento da biologia das espécies e para a sua distinção, como também contribuir para a conservação da natureza.

ler mais em portugaselvagem.wordpress.com

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