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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Lado Oculto de Ninguém

O cenário, milimetricamente esquadrinhado pelo último bastião do exército da memória colectiva, adormeceu, com inflamada dormência hipnótica, o remanescente cérebro humano ainda activo e conectado. A experiência em curso, cientificamente probatória de vontade libertina e espontânea, impulsiva ou inventiva, determinava o apagão sequencial de todos os cérebros humanos dos inocentes voluntários. Este apagão, temporário, por certo, permitiria descortinar os meandros intrincados da mente humana, o seu lado oculto. Antecipando o tumulto interior neural e emocional, nas incertas mentes dos voluntários, foi criada a imagem de “ninguém”. “Ninguém”, seria o campo de batalha neutro, o branco do cérebro, a transparência da alma, o equilíbrio da razão, a balança sem peso, o intruso pacificador. Este “existir” irreal, personagem fictícia alojada no palco cerebral da complexa experiência, seria o fio condutor interactivo que iria comandar as visões futuristas estimuladas sensorialmente por impulsos externos, versando novidades preenchidas por sensorialidade determinista quotidiana. O grande objectivo era aferir a capacidade comutativa dos voluntários, na transformação in loco de quadros situacionais reais e banais, para simulações surrealistas, numa versão in extremis. Muitos avanços, retrocessos, falhanços e sucessos depois, o grupo revelou que a expressividade oculta de “ninguém”, ou do seu lado oculto, deixava deslindar apenas uma ínfima fracção do todo que teimava em continuar velado. Foi pois, com bastante frustração e desilusão que se pôde perscrutar, no relatório experimentalista final, que as conclusões inconclusivas (ou não) revelaram não haver sustentação factual, concreta e comprovada, para relevar que o lado oculto de “ninguém”, ou seja, da amostra minimamente exequível, é escrutável e passivo de extrapolação populacional convincente, consolidada e compreensível. Assim, “ninguém” assume a sua inexistência e a pacificação das mentes dos voluntários retorna naturalmente. Os hemisférios apaziguam a sua guerra interna e é restabelecido o equilíbrio existencial, no grupo. Noutros moldes, num outro tempo, a experiência, sem sentido ou significado aparente, assumirá o papel principal no desenrolar de acontecimentos antecipados. Mas, isso, será numa outra era, uma era em que o lado oculto de “ninguém” e as experiências retratáveis, farão sentido e terão significado intuitivo.

Understanding the 10 Most Destructive Human Behaviors

Compared with most animals, we humans engage in a host of behaviors that are destructive to our own kind and to ourselves. We lie, cheat and steal, carve ornamentations into our own bodies, stress out and kill ourselves, and of course kill others. Science has provided much insight into why an intelligent species seems so nasty, spiteful, self-destructive and hurtful. Inside you'll learn what researchers know about some of our most destructive behaviors.

read more in www.livescience.com

Uma “História de Fibra” no Arranque dos Paralímpicos

Os Jogos Paralímpicos arrancam, hoje, no Rio de Janeiro e os atletas portugueses preparam-se para competir ao lado de participantes de cerca de 170 países. A farmacêutica Angelini é um dos patrocinadores dos Paralímpicos de Portugal e quis reforçar o seu apoio com um vídeo em que conta a história de Luís Costa.

ler mais em marketeer.pt

As Serras Mais Altas de Portugal

Ordenadas as serras por altitude, é este o retrato que fazemos aos pontos mais elevados de Portugal. Nos primeiros lugares entram Açores, Continente e Madeira. Vamos olhar com atenção para as serras vencedoras e perceber quantos metros as separam.

ler mais em ensina.rtp.pt

 

A Vida no Limite

A temperatura da água em regiões hidrotermais terrestres pode atingir o ponto de ebulição, mas, mesmo assim, podem proliferar microrganismos. Em laboratório, alguns proliferam até cerca de 120ºC, mas já não resistem a 70 ou 80ºC por ser demasiadamente frio para o funcionamento das enzimas. Em Portugal a temperatura da água em regiões hidrotermais terrestres pode atingir o ponto de ebulição, mas, mesmo assim, podem proliferar microrganismos.

As Furnas foram um dos primeiros locais do território nacional onde as populações começaram a tirar partido da geotermia do vale: o clima é bem mais ameno, as fontes termais convidam a banhos tépidos, as águas com diferente teor de acidez mostram vantagens no tratamento de doenças e até o calor subterrâneo deu origem ao famoso cozido das Furnas, confeccionado durante horas em panelas enterradas, à espera que a carne e os vegetais apurem e a iguaria adquira o sabor inigualável.

por António Luís Campos, ler mais em nationalgeographic.sapo.pt/ciencia (excerto adaptado)

Nova Teoria Sobre a Origem da Vida na Terra

Há quase um século que a teoria da "sopa primordial" serve como explicação para a origem da vida na Terra. Mas por mais elegante que seja, a ideia de que as moléculas orgânicas - os blocos com que se constroem todos os seres vivos - começaram a agregar-se num caldo aquecido, formando os primeiros organismos, deixa muitas pontas soltas.

por Sara Sá, ler mais em visao.sapo.pt/actualidade

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