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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Futuro do Amanhã

As estradas eram percorridas a uma velocidade estonteante. O homem do futuro espera poder alcançar a glória perdida em tempos idos antigos, de guerras alvoraçadas e despropositadas, pelos seus pares decadentes e corruptos. As luzes passam quase imperceptíveis e os cenários mudam em segundos, a cada esquina. A moto vai governada em crescendo ficcional. O poder cresce, abrupto. A força dentro do homem do futuro cresce também, dinâmica e fluída. Quer atravessar o portal a tempo. Se se atrasar, o futuro do amanhã não acontece. Os quadros quotidianos pintados em cenários neurológicos esfumam-se. Os edifícios contidos em megalomania pirateada e invertida, parecem ter parado numa qualquer fissura temporal e as pessoas são bonecos desarticulados invisíveis. Os movimentos desconcertados imperam, à medida que a tempestade no horizonte escuro se vai aproximando descompensada. As forças vindas do futuro já atravessaram o portal. O caos assume-se pesaroso e efectivo. O homem do futuro está atrasado. Luta na sua mota contra um saber magnânime que controla o mundo há muitas passagens quânticas. Ele tem mesmo de conseguir, de o alcançar. O futuro do amanhã depende disso. Avista a brecha minúscula, no muro brioso e extemporâneo na distorção, disforme na visualização enganosa, ainda ao longe, complementado por um portão rococó gradeado gigantesco. O portal acciona-se sob a presença de um humano. É sintomático e automático. Está a aproximar-se. Cada vez mais perto. Ao chegar, acciona o gatilho da viagem espacial. Muda o cenário. Esquece-se o breu, anima-se o corpo, ilumina-se a mente. O homem do futuro fecha o portal atrás de si. As forças do futuro serão condicionadas, ainda que temporariamente, na sucção potentada da abertura do portal. Pode ser que haja futuro amanhã. Pode ser que haja essa esperança. Tudo é possível. Se a nossa imaginação voar na direcção da terra dos sonhos, da terra do amanhã, então, o impossível é uma impossibilidade. A realidade virtual torna-se real. Talvez o homem do futuro nos tenha salvo. Talvez nos tenha dado mais tempo. Talvez. Só o futuro o dirá. O futuro do amanhã.

Cascata da Cabreira - Sever do Vouga

Situada na freguesia de Silva Escura, onde abundam imensos cursos hídricos. A irregularidade do terreno, conjugado com enormes torrentes de água e com uma rica flora local, produziram espaços bucólicos, nos quais a poesia da natureza foi complementada pela vontade humana. Símbolo máximo do capricho da Natureza, surge a Cascata da Cabreia, onde as águas do Rio Mau ganham velocidade e força antes de se despenharem por uma rochosa encosta.

ler mais em www.cm-sever.pt

Rio Vouga

Documentário sobre o rio Vouga, um dos mais belos de Portugal. Nascido na Serra da Lapa, distrito de Viseu, vai desaguar na Ria de Aveiro, depois dum percurso de 148 Kms.

ver mais em www.rtp.pt/arquivo

Parque Aberto 2016 - Açores

O Parque Aberto pretende ser um programa agregador de todas as atividades promovidas nas áreas dos Parques Naturais de Ilha, quer pelas equipas dos Parques, quer pelos seus Parceiros. Procurámos conceber atividades que envolvessem e se adequassem a toda a comunidade, com o intuito de sensibilizar e unir esforços, rumo a uma sociedade com hábitos cada vez mais ecológicos e sustentáveis.

ler mais em parquesnaturais.azores.gov.pt

Helena Almeida - Museu de Serralves

Esta exposição dedicada à obra da conceituada artista portuguesa Helena Almeida (Lisboa, 1934), examina o seu trabalho de pintura, fotografia, vídeo e desenho ao longo de quase cinco décadas. A exposição salientará a importância do corpo – que regista, ocupa e define o espaço – e o seu encontro performativo com o mundo nas obras realizadas pela artista de meados dos anos 1960 até à atualidade. Além das pinturas "habitadas” e das series fotográficas pelas quais é mais conhecida, serão mostradas na exposição obras raramente exibidas ao longo da sua carreira artística. Por meio da sua pintura abstrata inicial, Helena Almeida introduz as preocupações centrais que definem a sua prática artística numa diversidade de disciplinas, nomeadamente o interesse em ultrapassar os limites do espaço pictórico e narrativo que sempre desempenhou um papel fundamental na obra da artista. Como Helena Almeida afirma: "A minha pintura é o meu corpo, a minha obra é o meu corpo”. 

ler mais em www.serralves.pt

Modern Art

Modern art represents an evolving set of ideas among a number of painters, sculptors, writers, and performers who - both individually and collectively - sought new approaches to art making. Although modern art began, in retrospect, around 1850 with the arrival of Realism, approaches and styles of art were defined and redefined throughout the twentieth century. Practitioners of each new style were determined to develop a visual language that was both original and representative of the times.

read more in www.theartstory.org

Urban Graffiti

Even then, it was an idea whose time had arrived…

I first began publishing Urban Graffiti in 1993. A litzine of transgressive, discursive, post-realist writing concerned with the struggles of hard edged urban living, alternative lifestyles, deviant culture – presented in their most raw and unpretentious form. With the progression of each successive issue, Urban Graffiti’s transgressive, discursive, post-realist mandate expanded to include photography, illustrations, comix, and works of visual poetry.

read more in urbgraffiti.com

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