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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Estalagem das Hortênsias

O tronco de madeira de cedro sabiamente trabalhado, conjugado com um ramo de três perfeitas hortênsias azuis, reforçando a curiosa e original decoração da entrada, anunciava a estalagem. O tempo passou pela velha estalagem e apenas ficou a nostalgia de outras épocas e histórias antigas. Ao longe, o palacete enchia a vista com a sua extensa linha arquitectónica sensorial. Os cheiros eram intensos, ao longo do caminho percorrido, e o túnel de cedros, composto, lateralmente, pelas profusas e radiantes plantas arbustivas, originárias da China e do Japão, completava a tentativa falhada de retorno às verdadeiras raízes ancestrais do casario imaculado que compunha a estalagem. As hortênsias chegaram com a família estrangeira. Sabia-se que a estalagem tinha sido comprada, havia anos imprecisos, por um desconhecido abastado que operara intrincadas mudanças no cenário natural envolvente. A introdução das hortênsias fora uma exigência não negociável. Segundo contam os locais, o desconhecido teimara na plantação desalmada de hortênsias cor-de-rosa, mas o solo, mais acidificado, obstinava em fazer crescer hortênsias azuis e lilases. Assim, foi o cabo dos tormentos para conseguir recuperar os pequenos pés brancos e rosa. As hortênsias, é sabido, simbolizam obstinação, capricho, frieza e indiferença. O desconhecido, na realidade, era conhecido por todas estas e ainda outras características comportamentais e emocionais devotas e exuberantes e esta compulsiva obsessão pelas hortênsias rosa, que os mal dizentes associavam a vaidade pura, enchia de pesadelos as mentes simples e ignorantes daqueles cujas vidas se cruzavam inicialmente com o misterioso patriarca. Mais tarde, tudo se compôs e as gentes interiorizaram os bons valores e princípios do desconhecido (re)conhecido. A explicação de toda esta confusão relacional era aparentemente justificada, no entanto, parecia reinar por ali, naquela estalagem invadida por hortênsias e por estrangeiros desconhecidos, de fisionomia pautada por exotismo oriental, um equilíbrio e uma harmonia irrepreensíveis. Assim, e apesar de todos os receios, o gentio comunitário era mesmo feliz. A alegria voltara aquelas terras e a cor também. E quem por ali passa, ainda hoje, dormita ou visita os jardins, inspira esta ambiência exótica e esta inusitada sensação de envoltura perfumada, ainda que desconcertante por se estranhar aquele cenário, que abarca os sentidos e refresca o sentir da alma mais desconfiada.

Centro de Arte Contemporânea Graça Morais - Bragança

O Centro de Arte Contemporânea, inaugurado em Junho de 2008, tem origem no protocolo celebrado em Fevereiro de 1999 entre os municípios de Bragança e Zamora.

Com uma forte aposta na cultura como factor de modernização e competitividade, o projecto foi desenhado com a perspectiva de estreitar relações culturais entre as duas cidades, tornando-as capazes de implementar o conceito de Pólo Cultural Transfronteiriço, integrando-as desse modo em roteiros nacionais e internacionais.

ler mais em centroartegracamorais.cm-braganca.pt

NP 4406 - Sistemas de Gestão Florestal Sustentável

A NP 4406 é a Norma Portuguesa para a Gestão Florestal Sustentável construída no âmbito do Sistema Português da Qualidade.

A Norma Portuguesa NP 4406 "Sistemas de gestão florestal sustentável - Aplicação dos critérios pan-europeus para a gestão florestal sustentável" estabelece os requisitos para os proprietários e gestores florestais que pretendem obter a certificação florestal.

Actualmente encontra-se em vigor a NP 4406:2014.

ler mais em www.pefc.pt

PEFC Portugal

O PEFC Portugal é o Sistema Português de Certificação da Gestão Florestal Sustentável, reconhecido pelo PEFC Internacional, que permite aos produtores florestais portugueses cumprirem requisitos de gestão florestal sustentável reconhecidos internacionalmente.

Tem por finalidade dar garantias aos consumidores de que os produtos com certificado PEFC derivam de uma gestão florestal onde são aplicados de forma consistente princípios de sustentabilidade assentes em três pilares básicos: (1) Social (2) Ambiental (3) Económico.

ler mais em www.pefc.pt

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