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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Os Incêndios do Inferno

E os infernos desceram à terra, sob a forma de tempestades cíclicas imprevisíveis, ardentes no ofuscar linear, arrepiantes e abruptamente incontroláveis. A natureza zangou-se irremediavelmente com o homem comum, com a sociedade cega, com a comunidade inconstante, numa dialéctica assustadora de insolvência abrasiva e desconcertante que amarga a cada novo passo, a cada novo movimento descoordenado. E a descoordenação impera entre os homens perdidos de desespero, cansados da fumaça, desmotivados na inexistente e apaziguada resiliência dos condados ferozes dos deuses do fogo. Sobrevive-se como se pode. Apaga-se como se não houvesse amanhã. Observa-se o espectáculo dantesco, num cenário surreal que virou realidade com a frequência sazonal dos trinados do estio. Impotência. Falta de meios. Falta de tudo. Secura temperada, desmedida, no alvoroço massivo dos descampados tapados por arbustos, sebes, arvoredo de porte e clareiras brandas de palhal feitas. As casas foram arrasadas. As vidas destroçadas. Cozinha-se em forno bem quente, o futuro incerto das gentes. Sofre-se a dor da perda física, da perda material, dos anos de trabalho árduo e duro, das poupanças ofuscadas pelas ventanias escaldantes da perdição. Alheadas às agruras dos homens, as águas apartam-se para longe, evaporam, escapulem-se, escasseiam. As gentes juntam-se. Esquecem diferendos. Empunham as armas no combate desigual. Não adormecem. Não podem. A porta está ainda aberta para o inesperado, para a surpresa. Há que proteger e salvar vidas. Combate-se heroicamente. Combate-se com esperança. Na cegueira desiluminada que a cinza enche, no respirar irrespirável que consome a alma, compromete-se ainda e sempre o destino toldado que, numa reviravolta mutacional, espera-se, irá cadenciar e rotinar, uma vez mais, emoções e comportamentos humanos que extravasem a desregrada e inesperada natureza madrasta.

Rio Minho

Documentário sobre o rio Minho, nascido em Espanha para desaguar no Oceano Atlântico, perto de Caminha. Nos últimos 75 quilómetros do seu percurso, entre Melgaço e a sua foz, o Minho serve de fronteira entre Espanha e Portugal.

ver mais em www.rtp.pt/arquivo

Rethinking Corporate Governance

In light of bad practice at some large organisations, corporate governance needs to be seen as less of a box-ticking exercise and more an integral, people-focused part of business.

If you enjoy watching business leaders being grilled by select committees or shareholders, then it’s been a pretty good few months for you.

by Katie Jacobs, read more in www.hrmagazine.co.uk

Comunicação Interna nas Empresas

A mobilidade dos colaboradores marca a vida das empresas. Encarada como uma adaptação a novas realidades, conta com a Comunicação Interna enquanto instrumento estratégico.

Com presença cada vez mais forte e actuação mais ampla no mundo corporativo, a mobilidade poderá funcionar como chave para o sucesso organizacional nos próximos anos. Paralelamente, a forma como dentro da empresa se partilha o tema é de extrema importância, com vista a promover uma cultura de maior colaboração entre os colaboradores das subsidiárias dos diferentes países, do mesmo departamento ou de áreas distintas. Internamente, a Comunicação é um instrumento valioso ao serviço da mobilidade.

ler mais em hrportugal.pt

Parque Biológico de Vinhais

O Parque Biológico de Vinhais (PBV) é um equipamento público, instalado pela Câmara Municipal de Vinhais no Viveiro Florestal de Prada, local incluído no Perímetro Florestal da Serra da Coroa, a escassos 3km do centro de Vinhais e em pleno Parque Natural de Montesinho.

ler mais em www.parquebiologicodevinhais.com

Hotel Guadiana - Vila Real de Santo António

Situado no centro histórico de Vila Real de Santo António, o Hotel Guadiana fica num edifício que remonta ao século XX, tendo o espaço sido construído pelo arquiteto suíço Ernesto Korrodi, entre 1918 e 1921. Considerando um exemplo do estilo Arte Nova em Portugal, em 1926 abriu como um hotel. Tinha então três estrelas, um restaurante no piso térreo e 21 quartos no primeiro piso. Encerrado desde 2007, o hotel caiu em esquecimento até surgir a notícia que seria transformado num hotel de charme.

ler mais em www.nit.pt

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