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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Diana Krall

E porque não há duas sem três, ontem foi a vez de nos deleitarmos com a hot sexy jazzy voice de Diana Krall. E, uma vez mais, a companhia do vendaval recorrente deste Verão se fez notar. A tempestade musical tem estado coordenada com a tempestade estival e o resultado tem sido, no mínimo, curioso. Aparentemente influenciados pelas mudanças abruptas da estação, a inspiração divina de cada singular singer tem-se revelado deveras providencial. O público foi enchendo a sala do Campo Pequeno, aos poucos, lentamente, porque é sexta-feira, fim da semana e fim de tarde. O palco, minimalista, encerrava o silêncio. Diana diva, também ela, num atraso celestial e elegante, espera, com certeza, por uma sala mais composta e plenamente cheia. Quando se faz escuro, o “pano” sobe e a entrada é natural e entusiástica. O público aplaude efusivamente e esquece os atrasos passados. A música começa a ecoar progressivamente, de mansinho, e Diana, ao piano, sempre ao piano, no seu vestidinho bonito de menina coquete sofisticada, entrega-se ao espírito criativo musical da fluência experiente do seu repertório que, desta vez, deixou descansar mais a sexy voice e se elevou nas alturas, instrumentalmente. Os arranjos trabalhados e refinados e os sons arrebatadores, criaram uma sonoridade intensa, sentida e envolvente. A alma despiu-se e os músicos esmeraram-se. A voz soava preenchida, veemente, de cada vez que se abria ao mundo. O público entregou-se. O público rendeu-se. Os solos foram vários e variados. Todos tiveram oportunidade de brilhar e brilharam, e as melodias do passado e do presente foram revisitadas e recriadas. O espectáculo foi um todo, feito por quatro. A princesa não brilhou sozinha. Brilhou equitativamente. Brilhou ¼. Notou-se maior maturidade musical, num esforço conseguido de glorificação da orquestração instrumental. A voz deixou de centralizar o todo e a simples música invadiu um espaço até agora esquecido. O monólogo com o público, falava quase sempre de amor. Todos buscamos o amor, afinal. A magia cénica complementava a magia artística e completava o guião final. Esta Diana, foi diferente das outras. Um diferente que surpreendeu positivamente, com uma banda sonora fresca que se recriou e renovou com o afinco empreendedor de uma diva, com traços de vã mortal. Sempre Diana. Sempre uma receita de sucesso. Mais uma nota positiva. Mais uma noite feliz.

A Construção da Torre de Belém

É um dos símbolos mais conhecidos da cidade de Lisboa, bem como dos Descobrimentos portugueses. Mandada construir pelo rei D. Manuel I, é também um dos testemunhos do estilo arquitetónico que vigorou na época. Mas mais do que isso, era uma das fortalezas necessárias para a defesa do rio Tejo.

A construção da Torre de Belém começou em 1514, mas tinha sido pensada mais cedo. O crescimento da importância do porto de Lisboa fez com que o rei D. João II iniciasse um plano de defesa da cidade que incluía o baluarte de Cascais, a fortaleza de S. Sebastião da Caparica (na margem sul do Tejo), e a Torre de Belém. Devido à morte do rei, foi o seu sucessor que deu início à construção.

ler mais em querosaber.sapo.pt

The 10 Principles of Self-Made Billionaires

Principle 1: Simplicity of Purpose

Principle 2: Simplicity of Plan

Principle 3: Limit What You Tolerate

Principle 4: Absolute Reliance on People

Principle 5: Absolute Dedication to People

Principle 6: Rely on Communications Systems

Principle 7: Require Push Communications

Principle 8: Be Intentional With What You Consume

Principle 9: Make Decisions Based on Data and Narrative

Principle 10: Be Proactively Transparent

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Ecopista do Rio Minho

Entre a Praia da Lenta e a Praia da Mota, a Ecopista – Caminho do Rio é uma vivência de contrastes da paisagem que nos mostra uma realidade diversa e nos conduz pela memória dos tempos à relação do Homem com o rio Minho.

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Manteigas - O Coração da Serra da Estrela

Manteigas é uma vila portuguesa, pertencente ao Distrito da Guarda, região Centro e sub-região da Beira Interior Norte, com cerca de 2 800 habitantes. A zona urbana da vila divide-se pelas freguesias de Santa Maria e São Pedro. É sede de um município com 121,98 km² de área e 3 430 habitantes (2011), dividido em 4 freguesias. O município é limitado a noroeste pelo município de Gouveia, a leste pela Guarda, a sueste pela Covilhã e a oeste por Seia.

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Cântaros Magro, Raso e Gordo - Serra da Estrela

Os Cântaros Gordo, Magro e Raso são afloramentos graníticos que atingem, respetivamente, 1875, 1928 e 1916 metros de altitude. Visíveis de muitos pontos da Estrela, os Cântaros devem a sua origem à existência de grandes afloramentos rochosos pouco fraturados rodeados por zonas de grande densidade de fraturação, com consequente maior sensibilidade à força erosiva da água e do gelo.

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