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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Terraço

Parece simplista demais atribuir tamanha importância a um terraço, no entanto, este não é um terraço qualquer... Quando aterramos na ilha, agradecemos sempre aos deuses a chegada abençoada e sem sobressaltos. É um ritual místico e necessário. Depois, seguimos pelos túneis infinitos e obscuros, esquecemos a paisagem já bem conhecida e o mar, logo ali ao lado, e chegamos ao nosso norte. E estamos em casa. Ou quase. A placa que identifica a pequena vila surge logo depois da (queremos acreditar) última curva. Fazemos um pouco da estrada principal e viramos para a ladeira que nos transporta ao caminho secundário, iniciando-se uma nova sequência de curvas. Passamos a Escola Básica e a padaria e chegamos ao nosso destino. Estacionamos e nova ladeira nos desafia, a pé. Antes, a avó vinha esperar-nos com o seu sorriso doce e terno e um abraço. Agora, restam as memórias desse toque e desse gostar. A casa continua na mesma. Nós é que vamos mudando e sentindo as coisas de uma outra maneira, de outra forma. Mais intensa. No terreiro da casa, revive-se o tempo passado, mas, a primeira coisa realmente a fazer é, claro, subir ao terraço. A escada leva-nos a um novo mundo. Um mundo com um cenário de beleza pura, virgem, verde, humana, natural. À nossa frente, a cultura das terras trabalhadas, o miradouro e a encosta profusa de vida. À direita, o pico. As montanhas de recortes irregulares, fustigadas pelas nuvens que teimam em fechar-nos a porta. À esquerda, o mar infinito e a ilha, lá longe, no horizonte. Atrás, a vila em todo o seu esplendor, encaixada em vales e encostas, com a igreja a marcar o centro. Avista-se o corgo e as casas megalómanas de quem teve de ir para fora fazer fortuna. Aquele terraço enche os sentidos. Depois, fechamos os olhos e sentimos as coisas que nos rodeiam: cheiros, brisas, sons... E deitamo-nos no terraço que nos viu crescer. E sonhamos. Felizes.

Reserva Natural do Estuário do Sado

A Reserva pode ser visitada durante todo o ano, dependendo do interesse da e do visitante. Assim, para as e os interessados na observação de aves, de novembro a março podem ver-se alfaiates, flamingos, corvos-marinho, patos, garças, maçaricos, pilritos, gansos, ostraceiros, tarambolas etc.. Na primavera e verão observam-se, entre outras aves, pernilongos, borrelhos, várias espécies de patos, gaivinas, andorinhas-do-mar e colhereiros Platalea leucorodia.

A observação de cetáceos é feita por empresas licenciadas para o efeito, durante todo o ano. No entanto, é uma atividade que é realizada, preferencialmente, na primavera e verão, devido às condições meteorológicas.

ler mais em www.icnf.pt

Garganta de Loriga - Serra da Estrela

A Garganta de Loriga é um dos sete vales de origem glaciária que existem na Serra da Estrela. Subir este vale, desde a vila de Loriga até à Torre, é sem dúvida uma das mais fantásticas experiências de montanha a realizar na Serra. São 1400 metros de desnível acumulado para "sentir" em toda a plenitude o prazer de chegar a pé ao ponto mais alto de Portugal Continental!

ler mais em trilhosdeideias.blogspot.pt

Praia das Rocas - Castanheira de Pêra

A Praia Fluvial das Rocas é um complexo de lazer, animação e divertimento situado num lago com quase 1 km de extensão, bem no coração de Castanheira de Pêra.

Uma ilha no centro da Praia, uma piscina de ondas com 2100 m2 (a maior do paí­s), uma albufeira e uma ponte secular constituem um ambiente onde o sonho e a realidade se confundem.

As Águas lí­mpidas da Ribeira de Pêra espraiam-se, formando um local de encanto onde palmeiras tropicais convivem harmoniosamente com a Serra da Lousã que espreita lá do alto.

ler mais em www.praiadasrocas.com

Portugal - Inovador Moderado

Portugal caiu uma posição, para o 18º lugar, no painel europeu de inovação, elaborado anualmente pela Comissão Europeia, permanecendo no grupo de Estados-membros classificados como “inovadores moderados”.

O documento divulgado esta quinta-feira pelo executivo comunitário sublinha que Portugal tem um desempenho abaixo da média comunitária na maioria dos indicadores analisados, com excepção dos “recursos humanos”, tendo-se registado quedas particularmente vincadas sobretudo nas áreas das despesas com inovação que não a favor da investigação e desenvolvimento, e da inovação nas pequenas e médias empresas (PME).

ler mais em www.publico.pt (adaptado)

A World of Differences - Entertainment & Media

Entertainment and media (E&M) companies are making great strides in pivoting to serve digital consumers around the world. However, at first glance, the outlook for E&M companies worldwide still may seem troubling. Declining pricing power, disinflation, and the trend toward free media and sharing all make it fundamentally challenging to grow organically.

by Chris Lederer and Megan Brownlow, read more in www.strategy-business.com

 

 

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