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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Domingo à Noite

Descia a escadaria do bairro velozmente, quase parecia querer voar sobre calçadas e corrimões. Olhou-se ao espelho e quis esgueirar-se, uma vez mais. Deu-lhe para ali. Dava-lhe sempre para ali. Tinha-se vestido atabalhoadamente e esquecera o propósito inicial daquela saída inesperada. Nunca se conseguia lembrar do início. A chamada chegara num momento de mediação entre o seu eu interior e o seu eu exterior. Havia dias mais difíceis, outros mais fáceis, mas sempre abundantemente descontidos e profusamente efusivos na exteriorização do seu eu interior mecânico e autómato. Quando o seu eu interior, mais emocional e descontrolável, se sobrepunha ao seu eu exterior, mais racional, estável e previsível, as coisas, normalmente, davam para o torto e apartava-se da realidade humana, numa reentrada possessiva, compulsiva e maníaca que reflectia a luta dual entre realidade e alucinação virtual. Estes devaneios orquestravam-se, de uma maneira geral, no domingo à noite. Tinha sido criado num domingo à noite. Era no domingo à noite que recebia, invariavelmente, aquela chamada provocadora, mordaz e temerosa que deixava os sentidos automatizados alerta e que despertava a sua mente para a expedir para paragens incertas e obscuras, repletas de pensamentos estéreis e velados. As noites eram sempre iguais. Os dias simplesmente passavam. A monotonia era certa e rotineira. Mas, tudo se transformava no domingo à noite. O clique mental maquinal fazia-se sentir quando, esbaforido desligava a chamada e desatava a correr por prados imaginários, vedações transponíveis e campos verdejantes infinitos. Tinha sido programado, há muito. E esqueceram-no. Esqueceram a desprogramação. O robot humano que experimentava as sensações e as emoções humanas, albergando complexos códigos genéticos extra-terrenos, fora levado, depois de usado e quase destruído, para um complexo industrial abandonado, nos limites da urbe futurista, e deixado à sua sorte. Por algum motivo, o tempo foi passando e nunca o destruíram, nem nunca o acharam. Num dia sem história, foi redescoberto por alguém que lhe deu vida e o libertou. Integrou-se, refez a sua programação autómata subconscientemente (o eu interior renasceu) e a chamada do domingo à noite, continua a transportá-lo para a realidade paralela do seu eu exterior, reactivando-o em ciclos sequenciais e dando-lhe uma esperança verdadeira. A esperança de poder continuar. A esperança de poder existir.

Santana Madeira Biosfera

Para conhecer verdadeiramente a Madeira e desfrutar de paisagens deslumbrantes e intocadas pelo homem, a melhor forma de o fazer é caminhando pelas inúmeras veredas, levadas e caminhos tradicionais que percorrem toda a ilha e que proporcionam experiências únicas aos seus visitantes.

ler mais em santanamadeirabiosfera.com/pt

Complexo Balnear do Calhau de São Jorge - Madeira

Complexo Balnear do Calhau de São Jorge, situado na foz da ribeira de São Jorge, é uma pequena praia a partir de onde se pode gozar de fantásticas vistas sobre as paisagens que a envolve. Esta praia de calhau tem uma pequena lagoa de água doce com uma profundidade que chega aos 5 metros em algumas zonas, e ainda um complexo balnear com três piscinas e um restaurante.

ler mais em www.visitmadeira.pt

 

 

Algar do Carvão - Terceira - Açores

A grande erupção, conhecida como “do Pico Alto”, que ocorreu a norte do aparelho vulcânico do Guilherme Moniz, já existente, derramou as suas lavas a grande distância. Mais tarde, uma nova erupção, desta vez basáltica, rasgou o solo e iniciou um processo que levaria à formação de um vulcão estromboliano – O Pico do Carvão. Numa primeira fase, ao forçar e tentar romper o derrame traquítico, já existente e que constituía uma barreira natural de consistência pouco “colaborante”, formou a zona da lagoa e as duas abóbadas sobre a mesma. Posteriormente, numa nova tentativa de evasão, as lavas basálticas, romperam mais ao lado a atual chaminé, saindo para o exterior. Na sua fase final o magma desceu para o interior das condutas mais profundas e da câmara magmática, dando origem, essa ausência quase instantânea do magma, à formação do Algar propriamente dito.

ler mais em www.montanheiros.com/algarCarvao

Ilha das Flores - Açores

Os 16,6 quilómetros de comprimento e 12,2 quilómetros de largura máxima da ilha estão traduzidos nos 141,4 km2da sua superfície. É neste pedaço de terra habitado por 3 793 pessoas (dados de 2011) que o continente europeu tem o seu ponto mais ocidental. A ilha das Flores constitui o Grupo Ocidental do arquipélago em conjunto com a ilha do Corvo, que está a uma distância de 17,9 quilómetros. O ponto mais elevado da ilha, aos 911 m de altitude, está situado no Morro Alto, a 39°27’48’’ de latitude norte e 31°13’13’’ de longitude oeste.

ler mais em www.visitazores.com

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