Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Criação da Imperatriz

A Imperatriz traçou o destino da criança e determinou a sua esperança de vida. Infinita seria. O Mentor dos Homens seria Imortal, Sábio e Perfeito. A Mãe, de boas famílias e boas descendências, fora escolhida criteriosamente, para que a provecta gestação da criança fosse garantida e para que a gravidez chegasse ao seu termo, plena, saudável e com o sucesso desejado. O Pai tinha sangue real e descendia das divindades supremas. Tudo apontava, por isso, para que aquele engenhoso processo natural combinado, há muito ambicionado pelas tribos nobilíssimas divinas, decorresse sem sobressaltos de maior ou surpresas olvidadas e inesperadas. Acontece que o corpo humano, com o seu subjugar da alvoraçada e desregrada genética, perfila a tentação da diferença e da diversidade heterogénea, conjugada com a intervenção holística omnipresente. Assim, aquele cruzamento laboratorial experimentalista de gâmetas humanos, cujo zigoto nidificou inesperadamente em útero incerto e alheio, traduziu-se numa espantosa e imprevista evolução espontânea da sequência genética artificializada. A maravilhosa máquina reprodutora fechou-se e protegeu o seu embrião. O desenvolvimento embrionário decorreu exponencialmente e as fases sequenciais foram esquecidas e as que acontecerem, foram rapidamente ultrapassadas. O embrião tornou-se feto e saiu para o mundo. Um mundo que observou incrédulo as suas extraordinárias mudanças, o crescimento desmedido e o amadurecimento surreal. Algo se tinha transformado naquele processo enigmático. Algo que a Imperatriz não controlou. A natureza humana cortara as amarras da vida realista e libertara as variáveis independentes do imaginário paranormal e abstracto. Assistia-se a um fenómeno sem paralelo histórico e a premissa da selecção evolucionista natural quedava-se, no instantâneo, pela improbabilidade estatística de factos pouco comprováveis e, eventualmente até, credíveis ou aceitáveis. Aquele ser Imortal, Sábio e Perfeito era a resolução insolvível das divindades e do humano. A pacatez da volatilidade fluida, absorvia as energias de tudo e todos em seu redor. O Mentor dos Homens estava sozinho numa redoma, numa bolha angustiante que haviam criado ao criarem-no a ele. A Imperatriz não previra isso. O Mentor dos Homens sofria por dentro e por fora, na sua diferença inevitável e irreversível. Sentia-se monstruoso, arrebatado pela incompreensão leiga alheia. A Imperatriz não sabia o que fazer. Enviou-o, então, para as cavernas escuras das Montanhas Desoladoras e tentou esquecê-lo. Esperava, assim, que o mundo também o fizesse. Conta a lenda que, ainda hoje, o Mentor dos Homens, lá continua, esquecido, mas sempre velando pela humanidade perdida que ele acredita existir ainda no coração escurecido da Imperatriz e dos Homens.

Who Built the Pyramids?

The pyramids and the great sphinx rise inexplicably from the desert at Giza, relics of a vanished culture. They dwarf the approaching sprawl of modern Cairo, a city of 16 million. The largest pyramid, built for the Pharaoh Khufu around 2530 B.C. and intended to last an eternity, was until early in the twentieth century the biggest building on the planet. To raise it, laborers moved into position six and a half million tons of stone—some in blocks as large as nine tons—with nothing but wood and rope. During the last 4,500 years, the pyramids have drawn every kind of admiration and interest, ranging in ancient times from religious worship to grave robbery, and, in the modern era, from New-Age claims for healing "pyramid power" to pseudoscientific searches by "fantastic archaeologists" seeking hidden chambers or signs of alien visitations to Earth. As feats of engineering or testaments to the decades-long labor of tens of thousands, they have awed even the most sober observers.

The question of who labored to build them, and why, has long been part of their fascination.

read more in www.harvardmagazine.com

Our Brain

Making sense of the brain's mind-boggling complexity isn't easy. What we do know is that it's the organ that makes us human, giving people the capacity for art, language, moral judgments, and rational thought. It's also responsible for each individual's personality, memories, movements, and how we sense the world.

All this comes from a jellylike mass of fat and protein weighing about 3 pounds (1.4 kilograms). It is, nevertheless, one of the body's biggest organs, consisting of some 100 billion nerve cells that not only put together thoughts and highly coordinated physical actions but regulate our unconscious body processes, such as digestion and breathing.

read more in science.nationalgeographic.com

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub