Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Corrupções Afectivas

A passividade elege a dúvida e, assim, vamos aguardando ignobilmente estados pacificadores por pacificar, sensações de impotência martirizante que nos afastam do correcto, do honesto, do valoroso e da senda mímica da extravasão moral. O animismo incorpora a destabilização da matéria e perfila um enredo desenredado que esquece o sonho da alma depenada de emoções fictícias. A realidade desconjunta as bases e as plataformas racionais com esmero tal, que nos quedamos inertes na vibração da volatilidade imaterial. As corrupções racionais são mais fáceis de gerir, porque há uns de nós que são moldados vocacionalmente com dons inatos que conduzem à glorificação material e ao desconcerto injusto dos outros. A falha reside apenas no afastamento descomprimido da alma despudorada e longínqua, treinada intensivamente para o desbarato económico e financeiro, para o make money and kill. Quando a falha persiste, o player é excluído e reiniciado num outro tipo corruptivo mais light e discreto. As corrupções afectivas traduzem uma abordagem mais complexa e dificultada pela emotividade da sequência processual ambígua. O imprevisto existe e é sempre surpreendentemente inesperado. O ciclo disruptivo enquadra todo um cenário profuso em hard tasks e awkward quests que simbolizam a vida pagã e o marasmo difuso, provocado pelas rígidas dualidades evolutivas que se resumem à eterna luta entre o bem e o mal. Todos se questionam. A virtuosidade demora e a esperança morre. Se a psique evolucionista nos emparedasse num túnel virtual de brisas, soprando competências interinas aos encostos almofadados que envolvem os corpos imóveis e as mentes adormecidas, a explosão de transmutações metafísicas, ainda assim, não seria suficiente para aniquilar definitivamente essa corruptibilidade exasperante e indigesta. A verdade sempre se alcança, por certo confirmam a experiência e a história dos factos, mas abracemos o pensamento deslavado de que as coisas irão mesmo mudar positivamente e que não mais serão necessárias ou prementes as corrupções de todas as formas, jeitos e feitios, especialmente, as afectivas que desacreditam e degradam deformadoramente a humanidade benigna universal.

Dave Ulrich e a Gestão de Recursos Humanos

Considerado a maior autoridade do mundo em gestão de Recursos Humanos. Classificado como o guru de gestão nº 1 pela Business Week, designado pela Fast Company como uma das pessoas mais criativas do mundo dos negócios, presente no Top 5 dos formadores da Forbes e reconhecido pela Thinkers50 como um dos principais pensadores de negócios do mundo, Dave Ulrich tem uma paixão por ideias com impacto. Na sua escrita, ensino e consultoria, procura continuamente novas ideias para abordar alguns dos mais espinhosos desafios do mundo da gestão.

 

Quais são as funções críticas da gestão de pessoas para os próximos anos? 
A gestão de pessoas é o cerne das organizações de sucesso. Eu pressinto dois desafios fundamentais. Em primeiro lugar, os líderes precisam de ajudar as pessoas a encontrar significado e propósito no seu trabalho. Uma incrível quantidade de funcionários estão desencantados com o seu trabalho. Os líderes precisam de ajudar os funcionários a reconhecer que a organização onde trabalham pode ser uma comunidade de valores partilhados. Em segundo lugar, os líderes precisam de ajudar os indivíduos talentosos a trabalhar melhor em equipa. A maioria dos trabalhos requer uma maior colaboração ou trabalho em equipa e as pessoas que tentam ter sucesso por si só não serão tão bem-sucedidas quanto aquelas que trabalham em conjunto.

 

ler mais em inforh.pt (excerto de entrevista)

 

 

LEGO - Like Smartphones Slowly Snapping into Place

Google, LG and others are experimenting with gadgets that come with swappable cameras and sensors and could hit the market next year.

Tossing the old smartphone and buying a new one every couple of years has become a wasteful but inescapable ritual for many. One proposed solution would be modular smartphones that allow owners to replace broken parts, upgrade to better components—or even customize their devices based on their preference for, say, a better camera or more digital storage space.

read more in www.scientificamerican.com

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub