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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Balanced Scorecard

O Balanced Scorecard (BSC) é um sistema de suporte à gestão que visa operacionalizar a estratégia e a visão da organização de uma forma estruturada, alinhando o(s) processo(s) de criação de valor da organização através de relações de causa/efeito, considerando várias perspetivas como: (1) a gestão de competências, dos recursos e da cultura organizacional; (2) os processos internos da organização; (3) a relação com o(s) cliente(s); (4) e, por fim, o impacto financeiro da atividade.

O BSC otimiza todo o processo de gestão, desde logo relacionando os processos críticos da cadeia de valor e respetivo impacto na estratégia definida, permitindo deste modo estabelecer objetivos de desempenho e metas de performance, alocar os recursos necessários e facilitar a comunicação das decisões de gestão.
Através do alinhamento com os ciclos de gestão, o BSC contribui para a melhoria contínua, nomeadamente na identificação de fragilidades e oportunidades de melhoria, oferecendo inputs estratégicos para o processo de Revisão pela Gestão e para o Planeamento Estratégico dos ciclos seguintes.

por Rui Almeida Santos (excerto)

A Crise do Existir

Por certo, já todos (ou quase todos) se interrogaram sobre o vosso parco e insignificante processo existencialista. Ou, talvez não. De parco, nada tem, e de insignificante, muito menos. De qualquer forma, ainda que por breves instantes desacreditados e fugidios, e especialmente em situações de perigosidade dolorosa, se terão questionado do porquê de tais acontecimentos inexplicáveis e tão sofridos. A crise do existir é uma fatalidade, inevitável e consequente de todo um esquema sequencial que nos é imposto desde o primeiro dia de pensamento sensorial humano. Quem somos? De onde viemos? Porque somos assim? Para onde vamos? O que fazemos aqui? A questão que se coloca é: como vamos enfrentar este grande desafio? Subjugando-nos ao que é expectável que seja a nossa vidinha de montante a jusante, submissos, acalentadores de esperanças desesperadas vãs, mudos e quedos a tudo e todos, numa linearidade contida e propensa à exploração imaterial e rotineira ou, revelando a nossa essência divergente, criativa, brilhante, iluminada, promissora, exuberante, exótica e futurista? A alegria do ser, a felicidade do existir, o amor de condição incondicional, o verdadeiro, aquele que não é alienígena, que é vivido e sentido, tudo converge e transpõe as barreiras da crise do existir, cuidando que a força interior se sobreponha ao embrenhar imprevisível das fronteiras sociais do humano desumano. As falas intrínsecas escutam-se com contenção, mas, ainda assim, desterram a crise do existir. Os actos demasiado pensados são limitadores de propensões despedaçadas, mas deixam de se sentir na pele, porque o sonho nivelado já não existe e as fantasias de outrora sugam as energias, há muito extintas, dos planadores mentais que algures, num tempo ausente, encheram de fé a alma humanizada pelas estrelas. Não falemos, pois, do tabu da crise do existir. Celebremos as coisas simples e boas, verdadeiramente boas, do nosso parco e insignificante processo existencialista.

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