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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Electric Cars & Electricity - Greener?

Tesla has advertised its vehicles as having zero emissions, helping fuel the mania for the fun-driving sedan, but that's not necessarily true. Although the battery-powered car itself doesn’t produce any emissions, the power plant that generates the electricity used to charge those batteries probably does. Low emissions, much less zero emissions, are only true in certain places where most of the electricity comes from a mix of low-carbon sources such as the sun, wind or nuclear reactors.

Electric cars are great for eliminating oil from transportation. But electric cars may or may not help combat climate change—and it all depends on where the electricity comes from.

If the coal plant lacks pollution controls—or fails to turn them on—it can amplify the extent of smog, acid rain, lung-damaging microscopic soot and other ills that arise from burning fossil fuels.

Electric cars are only as good as the electricity that charges them. (A fuel’s source also matters for conventional cars; gasoline derived from tar sands is more polluting than that from most other petroleum resources, for example.) In the absence of clean electricity, hybrid cars that can travel 50 or more miles on a gallon of gasoline produce the least emissions.

Their environmental benefit—dubious for now, until more power plants get off coal—is not very worrisome. The current shift back to SUVs that guzzle much more petroleum than other cars, prompted by low gasoline prices, is a more worrisome sign for future climate change. Perhaps by the time electric cars are ubiquitous, pollution from generating electricity will be zero.

by David Biello (adapted)

Xutos & Bruce

A expectativa é patente, sente-se no ambiente vibrante, estridente e super cool, é sempre gigantesca e wild, mesmo quando os fãs e os rock shows já são deliciosamente reincidentes mas, a magia do that special timing in concert, essa, está sempre presente como stomach butterflies itching.

Um concerto brilhante, que enche a alma e balança o corpo, previsivelmente enérgico e revivalista, com muita nostalgia boa à mistura mas, sempre compostamente roqueiro, imparável e dinâmico, transcendente no tempo geracional, preenchido com a sabedoria e o profissionalismo da performance aprazível e contemplativa e recheado com aquela música intemporal e tão característica, dos nossos grandes Xutos, a que tão facilmente nos habituamos e entoamos, qual hinos da adolescência. Luz, cor, alegria, boa música, muito bom espectáculo. Nunca desilude.

Mas, a espera da noite é, naturalmente, focalizada no Boss. Nascido Bruce Frederick Joseph Springsteen, em Long Branch, New Jersey, USA, a 23 de Setembro de 1949, conhecido pelas suas lyrics irreverentes, patrióticas, humanistas, sociais e, muitas vezes, dedicadas à working class americana, com a qual se identifica, é, sem dúvida alguma, a shining star na primeira noite de Rock in Rio 2016 Lisboa, e uma brutal abertura de 30 anos de Rock in Rio celebrations que acalma até as hostes mais mirabolantes e disfuncionais, apazigua as dores e retempera a soul sister. Também ele nos trouxe resmas infinitas de revivalismo e muita nostalgia esquecida. Também ele nos brindou com verdadeiros hinos gloriosos e mística desconcertante. Também ele nos elevou aos céus, fez explodir e despoletar emoções há muito contidas e esquecer as tristezas e agruras da vida. Um concerto repleto de interacção com o público que, em êxtase, definitivamente se entregou e foi conquistado, logo ao som dos primeiros acordes, pelos encantos musicais e outros que tais do Boss. Intenso até ao fim. Fenomenalmente enchanting, o Boss no seu real best!

Parabéns, Rock in Rio! Well done, once again, Roberta Medina!

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