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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

The Wise Leader

Practical wisdom in business comes from combining the broad view with the narrow, and opportunity with constraint.

Smartness is the operating currency of organizational culture in the 21st-century. Whether it’s called cleverness, practical intelligence, or savvy, one can never have too much of it in a company. Smart leaders can see patterns in seemingly random information, enabling them to take decisive action while their peers are still assessing a situation, and to make the strategic choices that bring competitive advantage. But there are two categories of smartness, both of which carry benefits and risks.

“Business smart” leaders, like GE’s Jack Welch and Oracle’s Larry Ellison, are big-picture thinkers who recognize that opportunities are unlimited, at least for those ready to seize those opportunities. They are competitive, dynamic, and proactive. They relish high-stakes games, and display an aggressive, winner-take-all mentality.

“Functional smart” leaders are grounded in the concrete, tangible, and tactical, enabling them to achieve operational and execution effectiveness. Like Genentech co-founder Herbert Boyer and HP founders William Hewlett and David Packard, functional-smart leaders tend to have deep expertise in narrow domains. They understand that constraints are unavoidable, but also know that they can be managed by those willing to design appropriate solutions.

Today’s business leaders need to balance narrow and broad views of their business and of the world, and to combine flawless execution with big-picture thinking.

by Prasad Kaipa and Navi Radjou (adapted)

A Caminho das Estrelas

Estaremos sozinhos no universo? Parece um cliché, mas haverá outra espécie, outra tribo, outra civilização, outra sociedade inteligente algures por aí, do outro lado da capa (in)visível de estrelas, sistemas e galáxias perdidas na imensidão do desconhecido? Acreditando que só conhecemos uma ínfima parte das coordenadas e quadrantes estelares e dos potenciais mundos naquela escuridão infinita, a esperança de que não devemos estar assim tão sozinhos é, exponencialmente, realista. O sonho ganhou forma há várias gerações. O homem quer ir mais longe, não só porque um belo dia teremos de nos esforçar muito mesmo por cabermos todos, muito apertadinhos, bem espremidinhos, neste nosso planeta azul a ficar castanho, entretanto, tornado minimalista para tanta ascensão populacional mundialmente irreversível (apesar dos reconhecidos problemas que se prendem com o envelhecimento das populações fixadas no hemisfério norte e da preocupante taxa de infertilidade e fecundação das mesmas, bem como da abismal e comprovada diminuição da taxa de natalidade), mas, também porque a comunidade académica e científica verdadeiramente pondera a existência de outros mundos, outros seres, outras espécies, outras realidades, outros universos paralelos. A pesquisa incessante que nos leva a querer saber mais de nós e de outros, potencia a épica e intemporal máxima de que estamos a caminho das estrelas. A história ensina-nos mistérios que nos transcendem e apenas se conseguem explicar com um futurismo alienígena que permite realizar proezas fenomenais e improváveis no presente passado. Filmes, séries, documentários, ficção científica giram repetitiva e cansativamente à volta da temática, porque a crença e a fé humanas são inabaláveis, e a evolução tecnológica tem permitido a desconstrução empreendedora de novas teorias, ideias, funcionalidades, experiências, vivências que continuam a alimentar este sonho milenar de que há mundos fora do mundo. O espírito curioso, criativo e crítico do ser humano quer viajar. Os programas internacionais de partilha informativa de conhecimento querem elevar a fastia e a ida a Marte é o próximo grande passo. Um gigantesco passo para o homem e para a humanidade. Continuemos, então, a sonhar com os céus, as estrelas, as vias lácteas, os buracos negros, os vortexes, as viagens no tempo, o teletransporte, enfim, o caminho das verdadeiras estrelas terrenas.

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