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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Rio Azul da Floresta Encantada

Serpenteando a vida que existe escondida na colorida e exótica Floresta Encantada, o Rio Azul mexe-se em compasso desregrado. A mobilidade das suas inversas torrentes de águas mornas, ondulam despreocupadamente os passeios laterais de avenidas imaginárias.

Lá longe, na urbe desregulada e decadente, conversa-se sobre o futuro do Rio Azul. Gentio e bestas dissertam teses contemporâneas, baseadas num passado recente, que defendem criativamente o empreendedorismo espartano e massificado aliado à exploração do espesso fluído azul que corre no seu leito. Um fluído milagroso que dinamiza o equilíbrio frágil da remota e peculiar região.

Todos olham, no entanto, aquele belo mapa da Floresta Encantada que desvenda o trajecto do Rio Azul. E ao verem, com olhos de lince e perspectiva de artista, descortinam um mundo de soluções possíveis e esquecem as discórdias e agradecem o simples facto de viverem num sítio maravilhoso e protegido dos males do mundo pela magia de outros tempos.

O Princípio

Como em tudo na Vida, o Princípio, the Very Beginning, é sempre difícil. O mote de hoje será... Improviso no Feminino, a bem de um Dia que se quer Todos os Dias!

 

Então, se calhar, coloca-se a questão de fundo sem fundo à vista: "O que define as mulheres?".

A associação imediata à maternidade que leva ao histerismo matinal (e sabe-se bem que não há parentalidade positiva que aguente certas birras), a pink cute frágil e à complicação hormonal generalizada, bem como à rotineira headache mensal e à home management, à noiva de branco no altar, a correrias para o pediatra e para a escola, a promoções e saldos que levam a verdadeiros duelos de titãs, a concorrência profissional desleal pouco igualitária e funcional, quase sempre uma causa perdida, parece querer surgir quase de imediato nas nossas cabeças pensantes.

Será assim a definição do humansocial behavior feminino? Tão previsivelmente expectável e standardizado? Na essência puritana genética e sexista, serão as mulheres o que mostram aos outros ou o que escondem dos outros?

O que podemos mudar social e culturalmente para alterar esta visão pré-conceptualizada de uma realidade mundana que se quer com uma nova dinâmica de inconformismo inovador e criativo?

 

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