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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Diário dos Dias - Dia 16 - Lay Off

Garantidamente nunca nos imaginámos a ver uma gigante como a TAP, a ter de recorrer ao lay off de 90% do seu precioso recurso activo humano, para fazer face aos gravíssimos (e muito provavelmente irreparáveis) “constrangimentos” financeiros desastrosos provocados pelo COVID-19, bem como à paragem de quase toda a sua operação. Apenas “voos simbólicos”, chamemos-lhe assim, para as regiões autónomas, a partir desta semana. Isto demonstra bem a imprevisibilidade do mundo em que vivemos hoje e das inimagináveis variáveis e variações que não conseguimos controlar, nem tão pouco prever. Uma inteligência adaptativa muito mais eficiente e eficaz do que a nossa, cujas mutações lhe permitem sobreviver, aparentemente em quase tudo, de preferência, como é óbvio, usando um organismo vivo. Fascinante. E deveras Assustador. Isto parece enredo de ficção científica, mas o filme é agora real, os actores são reais e estamos mesmo a vivê-lo. Como é bem sabido, esta questão do lay off e dos despedimentos seria infelizmente mais cedo ou mais tarde incontornável, no caso de muitos sectores, especialmente aqueles ligados directa ou indirectamente ao turismo. Porque acontece qualquer coisa do estilo... Não há consumo, não há gasto. Não há gasto, não entra dinheiro. Não entra dinheiro, não se paga, nem se investe. Deixa de se produzir. Não há produção (nos serviços, indústria...), não se vende. Não se vende, e também ninguém conseguiria comprar, fecha-se portas. Despede-se. A questão é sempre a mesma: o que se pode fazer pelas pessoas, pelos colaboradores? Sempre evidenciados como o recurso activo mais importante de uma empresa, verdadeiramente insubstituível, seja ela de que tamanho for, são na realidade o recurso literalmente mais descartável e unpowered. A era da mobilidade, da dinâmica laboral activíssima, da carreira multi company, da digitalização e automatização de tudo e mais alguma coisa, não está de modo algum preparada para lidar com verdadeiras e emotivas pessoas. E são aos milhares. Milhões. A prova é que as ruas estão agora vazias, as empresas idem e tudo se confina a quatro paredes. É uma forma de protecção, mas também uma forma de ganhar tempo para se tentar perceber o que se pode mesmo fazer para garantir a sobrevivência das pessoas e da nossa sociedade, da nossa cultura, da nossa identidade. Todos quietos, parados e fechados em casa, permite um pensamento mais linear, sem distracções ou preocupações desnecessárias, e um melhor e maior focus no problema fundamental. Sinceramente, acredito que estamos a ensaiar uma (ou várias) estratégia(s) radicalmente diferente(s), a experimentar tácticas alternativas, a aprender com a experiência, que tem, no entanto, um preço elevadíssimo. Como em todas as guerras, vidas vão tristemente perder-se. São os “danos colaterais”. Do mal, o menor possível. E voltamos ao mesmo: sabemos que as pessoas, as suas vidas são únicas e frágeis... Então, porque não nos concentramos mesmo nas pessoas e não nos impérios, nos poderosos, e nas empresas? Teremos evoluído assim tanto, em termos de conceptualização básica feudal, desde a Idade Média? Continuamos a ter as dízimas e os feudos, apenas se mudaram os nomes às coisas... Os erros são sempre os mesmos, os ciclos económicos rotineiros, com baixios talvez evitáveis, os conceitos, as acções e os comportamentos consistentes com os do passado... De tempos a tempos, conseguimos introduzir pequenas mudanças, nuances subtis, líderes mais iluminados e visionários, mas a génese mantém-se toda, convenhamos, inalterada na sua essência e substância. O ser humano é um “bicho” de hábitos, lá diz o ditado. As pessoas gostam do que conhecem. Gostam do previsível e da sua zona de conforto. Assim são as coisas, mesmo em tempo de lay off.

Balancing Work and Elder Care Through the Coronavirus Crisis

Amy Carrier is a foundation director with a long-distance spouse and a 74-year old mother, who has Alzheimer’s and lives with her.

Even on a normal day, her life is complicated. Amy employs two private-pay caregivers to assist her mother while she is at work, managing a team of ten at the Oregon State University Foundation. When she gets home, she takes over: making dinner, managing medications, and helping with small tasks like choosing clothes and operating the television. Her husband lives and works in New Rochelle, New York.

In the midst of the coronavirus crisis, her life has become that much more complex.

read more in hbr.org

In Exactly A Year Our Knowledge Of The Cosmos Will Change Forever. This Is The $10 Billion Reason

In precisely one year—on Tuesday, March 30, 2021—the almost US$10 billion James Webb Space Telescope (JWST or “Webb” for short) will launch on a European Ariane 5 rocket from the Guiana Space Centre to the northwest of Kourou in French Guiana.

The successor to the Hubble Space Telescope, “Webb” will study the solar system, directly image exoplanets, photograph the first galaxies, and explore the mysteries of the origins of the Universe. By detecting infrared light, Webb will be able to look further back in time than any other telescope thus far.

read more in forbes.com

South Korea Keeps Covid-19 at bay without a Total Lockdown

But the long-term outlook is still uncertain.

A GROUP OF young people sit around a table in a bar, immersed in animated conversation. A man and a woman sit in the window of a coffee shop and share bites of a large slice of cream cake. A handful of people in face masks and office attire emerge from a side street and say their goodbyes before disappearing down the stairs into the subway station. In normal times such scenes would hardly merit a mention. But when a third of the world’s population is living under lockdown, the relative normality of Seoul feels surreal.

read more in economist.com

“Cotadas que não paguem dividendos devem suprimir bónus dos administradores executivos”, diz Sequeira Braga

A medida deve aplicar-se também às empresas que venham a pedir ajuda estatal, refere ao JE o presidente da Assembleia Geral do clube dos pequenos acionistas. Diz que as bolsas estão fortemente influenciadas por “fatores psicológicos” e as empresas cotadas vão sofrer desvalorizações, portanto não devem distribuir dividendos se para isso necessitem de se endividar.

ler mais em jornaleconomico.sapo.pt

Como as Empresas Portuguesas se Reinventaram para Lutar Contra a Covid-19

O país está a meio gás devido ao estado de emergência. E, um pouco por todo o lado, surgem vários pedidos de mais material médico. é preciso produzir mais viseiras, mais gel desinfetante, mais máscaras. Foi a partir destas duas premissas que várias empresas portuguesas se reinventaram temporariamente para contribuir para a luta contra a pandemia. Algumas transformaram a sua produção, outras adaptaram-se e houve ainda quem tenha começado do zero o estudo e criação de equipamento médico, como os ventiladores.

Entre a produção de viseiras faciais, ventiladores, máscaras e ainda o aproveitamento de outros produtos para se conseguir gel desinfetante, há um conjunto de empresas portuguesas que, nos últimos tempos, teve de alterar a sua forma de trabalho, mas decidiu fazê-lo com o objetivo de ajudar na luta contra a Covid-19.

ler mais em observador.pt

Banca está na Linha da Frente para Conter Danos Económicos da Covid-19. Estará à altura?

Os planos de governos e bancos centrais para aliviar as consequências económicas da Covid-19 colocam a banca num papel fulcral para que o dinheiro chegue às empresas e famílias.

Os governos e as autoridades monetárias colocaram a banca na primeira linha de defesa da economia nesta crise causada pela Covid-19. Os Estados têm anunciado pacotes de milhares de milhões de euros, mas que incidem sobretudo em garantias a empréstimos a serem concedidos pela banca comercial. Já o plano do Banco Central Europeu tem como uma das peças-chave direcionar liquidez para a banca e libertar o setor de algumas exigências de capital para apoiarem o mais que puderem as empresas e as famílias que perderam rendimentos devido à pandemia.

ler mais em exame.pt

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