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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Conto da Rosa

Plantada no cimo do mundo,

Desligada da vida terrena,

Certo dia, nasceu,

Rosa bela, plena.

 

Quem a plantou, ninguém o sabe,

Deus ou demónio,

Homem ou divindade,

Certeza há, porém, da sua virtuosidade.

 

Foi crescendo forte,

Lutando contra as agruras do cimo do mundo,

Embalada pelo vento agreste,

Fustigada pelo incerto futuro.

 

Fez-se rosa, enfim,

Espreitou a vida lá em baixo,

Sentiu a tristeza do gentio,

Suspirou com empatia, tesouro escondido no lavradio.

 

Vista ofuscante,

Delicadeza mutante,

Poder absoluto errante,

Quadro majestoso, inebriante.

 

Quando se mostrou ao gentio,

Pensou alegrá-los,

Na realidade, surgiram prantos,

A sua beleza ditou histórias ambíguas, pelos antros.

 

Surgiram lendas,

Coisa estranha aconteceu,

A rosa nunca mais foi a mesma,

E o gentio doente, morreu.

 

Feitiçaria ou magia negra,

Nunca ninguém o soube,

A rosa subiu, de novo, ao cimo do mundo,

Por lá ficou, esqueceu, pereceu e no céu, finalmente, coube.

Low Levels of 'Memory Protein' Appear to Play Key Role in Cognitive Decline in Alzheimer's Disease

Researchers from Johns Hopkins Medicine and their collaborators say thatlow levels of a specific protein in the brains of people with Alzheimer's disease may contribute to changes in the pattern of neural activity that ultimately lead to the learning and memory loss that are hallmarks of the disease.

The Hopkins scientists—together with colleagues at the National Institutes of Health, the University of California San Diego Shiley-Marcos Alzheimer's Disease Research Center, Columbia University, and the Institute for Basic Research in Staten Island—studied human brain tissue samples and genetically engineered mice. They say their discovery could one day help experts develop new and better therapies for Alzheimer's and other forms of cognitive decline.

read more in hub.jhu.edu

Strategy Talk - What’s Wrong with Cross-Selling, Anyway?

Dear Ken,

I’m a senior executive at a major national retail bank. With all the negative publicity about cross-selling in banks last year, we sense the climate is shifting. Should we shift, too? We've always tried promoting multiple products to the same group of customers because we think it leads to greater loyalty and lower selling costs. Why shouldn't a powerful brand try to capture every part of a customer’s business, including their insurance, home equity loans, wealth management, and checking accounts? What’s wrong with cross-selling as a strategy, and where would you go from here?

—Sleepless on Wall Street

by Ken Favaro, read more in www.strategy-business.com

Major Report Prompts Warnings That the Arctic Is Unravelling

The Arctic is warming more than twice as fast as the rest of the planet, suggests a huge assessment of the region. The warming is hastening the melting of Arctic ice and boosting sea-level rise.

The report, compiled by more than 90 scientists, documents the myriad changes already under way across the Arctic because of climate change—from declining sea ice and melting glaciers to shifting ecosystems and weather patterns. From 2011 to 2015, the assessment finds, the Arctic was warmer than at any time since records began around 1900 (see 'Arctic warming').

read more in www.scientificamerican.com

Learning Leadership

WDB Investment Holdings’ (WDBIH) main objective is to ensure the financial sustainability of the (WDB) Trust, a not-for-profit, women’s development organisation, through investing in a broad range of businesses

Knowing that what I do at the office every day, no matter how mundane, will have far-reaching effects on the lives of women in South Africa’s rural areas has made all the difference to my career and I know that my colleagues at WDB Investment Holdings and WDB Trust feel the same way.

read more in www.leadershiponline.co.za

Desertos Emocionais

Vil tempestuosidade que abarca e aparta o coração quebrado pela momentânea destreza emocional, numa dúvida razoável sobre a existência implícita de desertos desprovidos de rebeldia acústica e engrenada na alma perdida do amante intemporal. O vazio releva a profusão magnânime de despigmentação vermelha, que acusa o temperamento efusivo de uma cavidade nevrálgica esquecida e quedada. Dois seres se juntam. Dois seres se afastam. O que ficou no meio? O que ficou pelo meio? Dificilmente, a explicação é audível, consistente, coerente e lógica. Os desertos emocionais invadem o marejar terreno racional e desconcertam os acordes da melodia tocada, há já longos, rotineiros e agastados anos. Seguimos o instinto e velejamos numa penumbra mítica, que vai sugando as energias alvas, ainda em composição compilatória, elevando o espírito num abraço superficial e sem significado. Esquecemos o que somos. Esquecemos o que fomos. A areia, estável elemento, numa constância premente, invade a liturgia da oração sentimental e desprende o feitiço brilhante. Os seres acordam para um mundo de realidades alternativas, feitas para promover, docemente, a sustentabilidade inequívoca da magistral glória afiliada das estepes do sentimentalismo recente. Assim, o sol quente abrasa o ritmo desfeito desta união desunida e destes estados de alma passageiros e disformes. Levamos o mundo. Acabamos a vida. Corremos descalços. Subimos escadas. Olhamos o céu. Pintamos o corpo. Pintamos a alma. Pintamos o coração. Afastamos a escuridão e procuramos a paz, numa eternidade bela e invulgar. Sozinhos. Só nós. Só nós, nos desertos emocionais.

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