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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

O Mundo em Convulsão

Nestes tempos alterados, em que o rumo das vidas humanas, um pouco por todo o lado, se altera desmesurada, negativa e estupidamente, a cada segundo surreal, a incredulidade invade-nos a alma, o coração e até mesmo a razão, em consequência do que vamos observando, impotentes. Onde se escondem o equilíbrio, a razoabilidade, o bom senso, a ponderação, o consenso, o “amar o próximo”, a “aldeia global”, o espírito de união e benevolência, compaixão e entre ajuda, que definem e caracterizam a humanidade? Vivemos tempos indefinidos, incertos, tristes e os sentimentos que nos invadem, não se conseguem exprimir assim tão simplesmente. O que alcançámos até agora, todos juntos, como espécie, uma estabilidade social, económica e política, ainda que frágil, mas com um tremendo potencial de sustentabilidade e esperança futura, encontra-se à beira de um poço muito escuro, sem fundo. Os últimos desenvolvimentos, na política americana, externa e interna, empurram-nos para um marasmo existencialista em que deixamos de acreditar no bom e no melhor das pessoas, no futuro enquanto seres social e humanamente ligados pelos laços da amizade e do amor. O proteccionismo exagerado, o ultra nacionalismo perigoso, o fechar de fronteiras, o crescer de muros do descontentamento, a intransigência, a prepotência, o corte comunicacional, as negociações e a diplomacia falhadas, o fim real da liberdade, levam-nos a pensar seriamente para onde vamos e para onde queremos ir e como podemos actuar. Se é que podemos actuar. Está em causa o nosso futuro em comum. Estão em causa valores e princípios conquistados, com muito esforço, suor e sangue, há já muitas gerações. Supostamente, devíamos evoluir, crescer e não regredir. O futuro é nublado, o horizonte parece perdido, a humanidade abandonada, a fé abalada. Precisamos de um novo rumo, de um recomeço auspicioso, de uma voz interior que nos guie, a todos, numa demanda pelo positivismo, humanismo e humanização, pela sustentabilidade, pela esperança, pela liberdade, pela felicidade. Que dias tão tristes, os que vivemos hoje.

20 Holiday Cards from Architects

The firm holiday card can be tricky to perfect. It's a piece of branding, but go too far in that direction and a jolly holiday-spirited message can just seem like advertising. But err too far on the side of season's greetings and the connection to architecture is lost. ARCHITECT picked out some creative favorites that remain on-brand while throwing in a bit of fun and quirk.

read more and watch in www.architectmagazine.com/practice

A Arte da Interrupção

Rebuçados Venezianos parece um título muito pouco provável para um livro, bem volumoso, que reúne trinta textos, a maior parte deles escritos para catálogos de exposições, sobre obras de artistas contemporâneos, quase todos portugueses. Num texto sobre uma exposição de Luísa Correia Pereira (1945-2009), uma artista muito singular e pouco conhecida, ficamos a saber de onde vêm estes “rebuçados venezianos”; e uma nota inserta na contracapa esclarece: “O título é uma homenagem à pintora Luísa Correia Pereira”.

por António Guerreiro, ler mais em www.publico.pt/culturaipsilon

Sardoal

«Serra: Donde sois? / Jorge: Do Sardoal / e (ou bebê-la, ou vertê-la!) / vimos cá desafiar / a toda a serra da Estrela / a cantar e a bailar.» Retirado da Tragicomédia Pastoril da Serra da Estrela de Gil Vicente (1527), o excerto é apenas um dos vários exemplos que levam alguns sardoalenses a defender que o escritor nasceu na sua terra.

ler mais em www.evasoes.pt/fim-de-semana

HR’s Vital Role in How Employees Spend Their Time, Talent, and Energy

HR’s value and efficacy is a favorite topic of debate in business. Complaints about HR include things from weak, reactive business partnering to poor talent recruitment and development, from time-wasting processes to incomprehensible communications. I don’t intend to defend HR or provide guidance on how to change all those HR processes that have failed to deliver. But my colleagues and I will make a case for why hating HR can be bad for your company — and why HR has a vital role to play in helping an organization make the best use of its human capital.

by Eric Garton, read more in hbr.org

The Three Things All High-Performing Companies Do to Become Fit for Growth

What sets the world’s best-performing companies apart from their rivals? In our work with many leading companies and as we set out in Fit for Growth, our new book, it comes down to three things:

1. They focus on a few differentiating capabilities — what they do better than any other company.
2. They align their cost structure to these capabilities.
3. They organize for growth.

Companies that follow this Fit for Growth* approach build competitive muscle while cutting the corporate fat that weighs down other companies. They take proactive and strategic cost actions (as opposed to reactive and tactical ones), freeing up funds to reinvest in those parts of the business that are most important for growth. At the same time, they put in place an organisational fabric that guides employees to do the right things day in and day out.

by PWC, read more in www.ft.com

 

O Desafio de Gerir os Recursos Humanos

Diariamente as empresas confrontam-se com o desafio de gerir os recursos humanos que formam as suas equipas de trabalho. Esta gestão acaba por ter várias dimensões, que implicam necessariamente a adaptação de estratégias de atuação, para ser possível manter a competitividade organizacional que deriva da eficácia e da eficiência dos procedimentos implementados.

por Cátia Silva, ler mais em www.human.pt

As Novas TI e o Futuro Sustentável

A APDSI (Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação), fundada há quinze anos, conjuga sócios individuais e coletivos, tanto públicos como privados, e conduz regularmente estudos, através dos seus grupos de trabalho. Um destes grupos, o Grupo de Futuros, desenvolveu recentemente um conjunto de cenários tendo como horizonte 2030.

por Raul Mascarenhas, ler mais em www.rhonline.pt/artigos

Doença Huntington

Os doentes de Huntington - doença neurodegenerativa que afeta o movimento e conduz a um défice cognitivo - esperam mais de ano e meio para a realização do exame que lhes permite são saber se os filhos serão também portadores da doença, um exame que apenas é possível fazer no Departamento de Genética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

ler mais em www.paisefilhos.pt

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