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A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

A Esquina do Desencontro

Histórias de Desencontros Ficcionais (ou Não) na Esquina da Vida

Clinton VS Trump

Cansativamente, a monopolização política presidencial americana, invade com uma potencialidade não resguardada, o maneirismo televisivo noticioso. O apelo à comiseração generalizada, politizada pela dualidade antagónica protagonizada por Hillary Clinton e Donald Trump, evidencia o sofrimento atroz antecipado por uma eleição que, inevitavelmente, é incontornável e irá acontecer, para o bem ou para o mal dos fetiches preveníveis da politiquice internacional. O suspense intensifica-se e os nervos apertam, à medida que a contagem decresce no tempo real. Com naturalidade, são adversários intensos, com visões bem diferenciadas, princípios e valores distintos e modus operandi catalisador de comportamentos, vivências, experiências e modos de estar exponencialmente divergentes. A questão que se coloca é a seguinte: estará o mundo preparado para mudanças extremistas e radicais, se a assunção generalizada dos americanos for a entrega do poder aos republicanos? Onde cabe então o equilíbrio e a suposta continuidade da ordem mundial protagonizados por Obama? As campanhas direccionadas para um público que, à partida, sendo multicultural e multirracial, aumenta a variabilidade e a volatilidade imprevisível de uma votação marcadamente corroboradora de quantificadores inquantificáveis, intimida até os mais optimistas. As facetas dark side de ambos os candidatos, convulsionam todas as expectativas, frustrando-as a uma remissão sensacionalista de escandaleira premeditada pelas facções apoiantes de cada um. Garantidamente, numa versão mais soft e mais estável, de equilíbrio negocial sustentável e de responsabilização inteligentemente negociativa mundial, organizativa e institucional, suportada e regrada, Hillary surge como uma candidata de controvérsias moderadas e alinhamentos estratégicos massificadamente demarcados de desorientações capitalistas ou governamentais extremadas ou fraccionamentos desalinhados na globalização encerrada pela flutuação dos mercados, mediatizando as convenções aceites e o bom senso mais ponderado. As alternâncias evasivas, dissolutas e descomedidas das moods governativas mundiais despertam os sentidos mais obtusos, cujo diferencial de manuseamento fica condicionado pelas interacções negociais ocultadas inter-estaduais. Assim, Trump, menos moldável e ajustável, com a sua desmoderação característica e conflituosa, inconstante e inesperado nas acções e reacções, revela-se como a tempestade perfeita para o desnorte dos líderes mundiais, cuja reversão pacífica vêem ameaçada, num compêndio interpelado magistralmente pelo bad boy que quer controlar a América e o mundo, de uma maneira, enfim, menos convencional e prognosticável nas suas reais consequências e aplicações. Deixemos, pois, apesar das preocupações legítimas, a decisão a quem de direito e esperemos que o mundo, com Hillary ou com Trump, se torne um mundo melhor, mais justo e mais pacífico para todos. Mesmo. A utopia é sempre um sonho infantil e imaturo, mas existencialista. O futuro é incerto, mas vai acontecer, resignemo-nos. Esperemos que seja um bom futuro. Um futuro auspicioso. Para todos.

Develop Deep Knowledge in Your Organization - and Keep It

The best leaders understand that the current success of their business, and any future innovation, depends upon the “deep smarts” of their employees — the business-critical, experience-based knowledge that employees carry with them. Leaders with a passion for developing employees’ skills, and those who understand the need to transfer knowledge among generations of workers, know how important it is to link in-house education to strategic planning.

by Dorothy Leonard, read more in hbr.org

The Sweet Emotional Life of Bees

It is hard enough to figure out emotions in humans — but insects?

Nonetheless, as far back as Darwin, scientists have suggested that insects have something like emotional states, and researchers continue, despite the difficulties, to try to pin those states down.

The latest contribution suggests that a sweet treat can change the way bumblebees make decisions, producing something akin — although perhaps distantly related — to optimism.

by James Gorman, read more in www.nytimes.com

Paisagem Protegida da Serra do Açor

A Paisagem Protegida da Serra do Açor (PPSA) situada na serra do Açor, no concelho de Arganil, com altitudes que oscilam entre os 400 m e os 1016 m e alberga duas áreas de especial interesse: a Reserva natural Parcial da Mata da Margaraça; e a Reserva de Recreio da Fraga da Pena.

ler mais em www.icnf.pt

100 Brilliant Print Adverts

Print ads can still be a powerful medium for getting your message across, as these examples show.

In these days of digital media, it's easy to overlook the art of print ads. But the medium is still as relevant and powerful as vintage posters ever were, whether small scale magazine ads or huge billboard advertising. As Paul Arden states inIt's Not How Good You Are, It's How Good You Want To Be: "Print advertising should be recognisable at a hundred paces, and it should be obvious who it's an ad for without seeing the brand name."

read more in www.creativebloq.com

A Desmedida Humana Social

A normalização factual dos dados informativos, quantificada pela parametrização milimetricamente associada a consequências métricas inibidoras de irracionalidade parcial ou extrapolada, vetam qualquer premissa de pura e virgem humanização social infantil. As medidas agrupadas e compartimentadas, conscienciosamente, nos enquadramentos sociais parentais mais estruturados (não se iludam, existem comprovadamente nos desestruturados também, até porque a desestruturação é questionável, não existe um modelo regedor claro; o enviesamento é que não é mensurável de uma forma criteriosamente explicável e explícita), despoletam acções crentes de incursão programável e controlável num marasmo de emoções adolescentes, hormonalmente inacabadas, e sujeitas a pressões desmesuradas que se prendem com a concretização do futuro, familiar, mas, acima de tudo, profissional, agora. A espera equívoca de que um tempo possível irá ajustar os desajustes emocionais e hormonais rege, intuitivamente, a parentalidade, num positivismo esperançoso de mudança real e concreta. Na realidade, esta ilusão pragmática, canaliza o centro nevrálgico dos progenitores para um vórtice irreal que fomenta o processo de reestruturação adaptativa, no contexto familiar, cuja consequência primeira será não a ultrapassagem do problema, mas sim, a comiseração e o consumo interior do adulto desconcertado com os comportamentos inesperados, por parte do adolescente. Assim, as regras são fictícias. O ensino ancestral, nesta matéria, é questionável e as experiências académicas inconclusivas. Cada ser humano, nas suas diversas fases de crescimento cerebral, é substancialmente diferente e isto implica que a sua existência consciente se traduza nessa materialização diferencial, como reveladora essência de desfasamento individual e/ou social. Emocionalmente, é um poço de surpresas inconcebíveis e o treino educacional e pedagógico já não se reflecte com consubstancialidade em aprendizagem positiva, positivista ou humanamente humanista. É de crer, por isso, que a existência de uma certa desmedida humana social seja efectivamente concebível, ainda que no seu anacronismo basal se revele de alicerçagem periclitante e controversa. Aceitemos apenas que é passível de existência e que rege invisivelmente o consciente inconsciente dos indivíduos mais fragilizados na desconstrução emocional, ou seja, todos aqueles cujos grupos etários se encontram nas fases de transição evolutiva mais críticas, relevo exponencial para os adolescentes imaturos e inexperientes. O trabalho parental positivista e humanista é orientar o ciclo destrutivo que encerra cada uma destas fases menos produtivas do experimentalismo primitivo da ténue vida humana. Aceite-se a resiliência infinita e a paciência incomensurável como o desafio supremo para que a desmedida humana social seja aceitavelmente integrada e progressivamente trabalhada.

Practice Doesn't Make Perfect

Zach Hambrick has always been fascinated by exceptional performance, or what he calls “the extremes of human capabilities.” Growing up, he’d devour Guinness World Records, noting the feats it described and picturing himself proudly posing in its pages. By the time he reached college, though, he’d moved on to a new obsession: becoming a golf pro. “I was very serious about it,” he told me. “I practiced religiously. It was very deliberate practice.” Every day, for hours, he’d be out swinging and putting. He expected to find himself on his way to glory. Except it didn’t quite­ work out that way. Instead, young Zach was confronted with an uncomfortable truth: “I just wasn’t very good.” He saw other students, even kids around town—many of them, far less devoted and far less driven—and many of them played a better game. When he tried out for the college team, he didn’t even come close to making it. “I thought, What is the deal here?”

by Maria Konnikova, read more www.newyorker.com/science

3 Golden Rules for Great Kids Behavior

Sometimes desperation is the mother of invention. At least it was for me when I finally figured out how to get my son to stop his terrifying habit of bolting from the safety of my clutches in the parking lot. Our struggles had been epic: I'd reach for his hand, his shoulder -- or even his jacket hood. And he'd wriggle free and run ahead like a fugitive; the chase would end with a semi-hysterical mom (that would be me) half carrying a crying, squirmy boy. Harrowing, to say the least.

by Nancy Rones, read more in www.parents.com/kids

A Good Life Contains These 6 Essentials

The ultimate expression of life is not a paycheck. The ultimate expression of life is not a Mercedes. The ultimate expression of life is not a million dollars or a bank account or a home. The ultimate expression of life is living a good life.

1. Productivity.

2. Good friends.

3. Your culture.

4. Spirituality.

5. Don't miss anything.

6. Your family and the inner circle.

by Jim Rohn, read more in www.success.com/article

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